Pois é… chegou a hora de dizer adeus a este blog aqui. Ele ficou pequeno para as minhas ideias mirabolantes. A vontade de ter uma área de vídeos, anúncios, incorporar isso, aquilo e organizar tudo de uma forma completamente diferente acabou me levando a sair do wordpress.com… e ir para o wordpress.org. Foram noites em claro quebrando a cabeça tentando desvendar aqueles códigos em html, php, css e sei lá o quê só para trocar a cor de uma simple fonte. Agora está tudo lá, e vocês podem conferir no meu novo domínio blogsemdestino.com. Alguns links ainda estão quebrados, algumas coisas ainda insistem em sair do lugar, mas isso é algo que ainda vai me levar um tempo até deixar 100%, e uma coisa que eu aprendi nesses meus anos de jornalismo é a “trocar o pneu com o carro andando”. Se ficarmos pensando muito, a ideia não sai do papel. Se tem algum post que voce gosta aqui, não se preocupe, ele já está lá… então, without further ado, visitem, aproveitem, leiam, comentem, critiquem (pero no mucho) e, principalmente, divirtam-se com o novo Sem Destino.

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Paes com vendedores de mate - Foto: Fabiano Rocha / Extra

Paes com vendedores de mate - Foto: Fabiano Rocha / Extra

Quem ler o meu guia completo do Rio de Janeiro, vai ver que é obrigatório para todo o turista (e local também) tomar um mate de tonel na praia. Junto com o biscoito Globo, a bebida é uma tradição da nossa orla. Pois o nosso prefeito havia decidido banir esse nosso costume, sob a alegação de que os vendedores não tinham cuidado na preparação da bebida e que ingerí-la poderia ser prejudicial para a nossa saúde. Bom, em um ponto ele tem razão… realmente não fazemos a mínima ideia do que tem dentro daqueles toneis. Já vi vendedor misturando dentro de balde. Mas, em vez de proibir, que é o caminho mais fácil, a prefeitura deveria fiscalizar.

Ontem, porém, nosso prefeito marketeiro sucumbiu. Após um excelente trabalho do repórter Antero Gomes, do Extra, acompanhando os vendedores na praia, a fiscalização, as reclamações, Eduardo Paes recebeu três vendedores na sede da prefeitura e resolveu liberar geral. Os vendedores, que na praia continuavam vendendo o mate gritando “olha aí o proibidão do Paes”, sairam felizes da reunião e tiraram fotos com o prefeito.

Confira abaixo o texto do repórter Antero Gomes no Extra:

“Olha aí o liberadão”. Esse é o grito que os vendedores de mate em tonel prometem adotar a partir desta sexta-feira para anunciar a volta definitiva da bebida às areias do Rio. Em tom de comemoração, a frase é reflexo de uma resolução tomada pelo prefeito Eduardo Paes ontem, que decidiu dar um choque de bom senso ao “Choque de Ordem” que impera na cidade. Paes anunciou o fim da repressão à erva diluída que tanto sucesso faz há gerações. Em vez de proibição, haverá fiscalização de qualidade.

Para selar a paz, houve até brinde entre Paes e ambulantes no gabinete do prefeito. Nada de champanhe e taças de vidro na comemoração. Como não poderia deixar de ser, o tim tim foi feito com copos descartáveis e mate com limão tirado direto das torneirinhas metálicas. Paes foi servido por um dos vendedores mais antigos da orla, Francisco Alves, de 51 anos, sucesso entre os clientes de Copacabana há 36 anos. Bruno, como Francisco é conhecido, foi acompanhado por outros dois colegas de areia.

— Ninguém vai falar mais “olha o proibidão do Paes”. Agora, vamos falar “olha o liberadão” — disse o ambulante Heleno Cândido, de 40 anos, que, em dezembro, migrou de Ipanema, onde a repressão já tinha começado, para a praia de Copacabana, onde a proibição chegaria este mês.

Empolgado, Paes prometeu colocar na parede do gabinete a foto tirada ao lado dos ambulantes descalços e posou para os flashes carregando nos ombros os tambores, de óculos escuros. No fim, confessou:

— Já tomei muito mate nessa vida. Pode chamar de mate do prefeito, agora. Se alguém encher o saco de vocês pode dizer que eu mandei liberar.

Clique aqui para assistir ao vídeo

Como, infelizmente, ainda não tive a oportunidade de passar o réveillon em Florianópolis, mandei emails para meus fiéis leitores do Sem Destino perguntando como foi a festa por lá. A minha grata surpresa veio no email do amigo André Varanda, que deu uma de correspondente de guerra e me mandou um texto completo que vocês conferem a seguir:

“Pode-se dizer que o reveillon de Florianópolis é dividido em duas partes – a primeira, famílias e pessoas mais velhas que vão até a Avenida Beira-mar curtir a queima de fogos na ponte Hercílio Luz e a segunda parte de jovens e pessoas que estão procurando agitação, que se dirigem a praia de Jurerê Internacional.

Ao contrário das expectativas Jurerê não estava completamente parada e com transito caótico. Era possível trafegar em 15 ou 20 minutos desde a saída na estrada até encontrar um lugar para parar o carro. Claro, as ruas estavam tomadas por pessoas e carros, o que fazia as vagas mais próximas à praia estarem esgotadas. O ponto positivo é que em qualquer lugar que se fosse parar o carro, nenhum flanelinha (guardador de carros) era encontrado.

Já na areia a praia estava completamente lotada, em uma rápida caminhada desde o Parador 12 (P12) até o club Taikô, foi possível constatar este fato. Pessoas com tendas de camping ocupavam os espaços mais privilegiados da praia, restando aos “foliões” que estavam “a pé”, as partes mais próximas ao mar.

Com certeza em toda a extensão de 2 km da praia o club Taikô comandava de longe a festa. As pessoas se aglomeravam em volta ao club que retribuía com um grande som eletrônico animando o pessoal. Dentro do club era possível ver muitas pessoas famosas. A bagatela para curtir o club Taikô naquela hora era de R$1.200. ´

O Parador 12 por sua vez, até meados de meia noite coloca um som mais baixo, quase inaudível  as pessoas da praia. Não ficando muito atrás o Parador colocava o preço na porta de R$1.000 para quem quisesse adentrar o club naquele momento.

A queima de fogos em Jurerê Internacional, fica por conta de alguns grupos de pessoas, não existe uma queima oficial, então cabe aos mais empolgados fazerem suas próprias baterias de fogos.

Por volta da 01:00 da manhã, as pessoas começam a evacuar o local e dirigir-se a suas próprias festas (Reveillon Boutique, Shine, Pacha, El Divino, etc.). A festa que compareci foi a Pacha.

Sem muito transito e maiores problemas para chegar ao local, foi constatado que o estacionamento estava parcialmente alagado, devido às chuvas daquela tarde. Fazendo com que em medida de emergência, novas vagas de carros fossem abertas, o que causou um pouco de confusão para se parar o carro.

A festa em si, nada a reclamar, open bar de respeito como prometido. O mais surpreendente foi à eficiência no bar, fazendo com que as pessoas não ficassem nem cinco minutos para pegar suas bebidas. Ao contrario por exemplo do P12, alguns dias antes, que sofria com os bares lotados e com poucos funcionários no atendimento.

Muita gente bonita, um som que apesar de não contar com nenhum DJ renomado, não deixou a desejar ao que por exemplo tocava no Taikô horas antes. Enfim, dinheiro bem gasto.

Após a saída do club Pacha por volta das 06:30 da manhã, resolvemos ver qual era o estado da praia em Jurerê Internacional. Encontramos o Taikô e P12 fechados, ao contrario do Café de La Musique que ainda estava em tempos de fim de festa. A praia estava suja, mas dentro das expectativas. Um batalhão de limpeza fez seu trabalho em pouco tempo, deixando em poucas horas a praia praticamente limpa novamente.

Em resumo pode-se dizer que o Reveillon de Florianópolis agrada gregos, troianos, romanos, turcos, etc. Aos que gostam de agitação, opções ao longo de toda a Ilha não faltam, seja esta dentro de um club ou com os pés na areia. Já para aqueles que gostavam de ficar mais tranqüilos, o centro oferece boas opções, com bares e restaurantes funcionando. Alem é claro da tradicional queima de fogos”.

Se você está pensando em visitar Nova York entre janeiro e fevereiro, aí vai uma dica para você economizar alguns dolares. Com 200 promoções no cardápio, o Real Deal Winter, da organização de marketing e turismo NYC & Company, incluem entradas de atrações no esquema 2-por-1, créditos de US$ 50 em hotéis e descontos de 50% em estadias nas noites de domingo. Também há promoções em entradas de tearos, circos, tours… e até consultas médicas. Para usufruir, basta entrar no site escolher o programa e imprimir um voucher. Se você for fazer a reserva por telefone, há um código da promoção na página.
Confira abaixo algumas das promoções:
Atrações –
Madame Tussauds – compra uma entrada, leva outra.
Bronx Zoo – 50% de desconto na entrada de criança com a compra de uma de adulto.
The Jewish Museum – 50% de desconto.
Empire State Observatory – 50% de desconto no mapa
City Pass – passe com entrada para seis principais atrações de NY (Empire State, Museu de História Natural, Guggenheim, Metropolitan, MoMA e Cruseiro para a Estátua da Liberdade e Ellis Island) – Compre US$ 140 em tickets por US$ 79 e fure as filas.
Restaurantes
Angus McIndoe Restaurant e B.Smith’s restaurant segundo prato com 50% de desconto.
Russian Tea Room – Compre um buffet de caviar e ganhe 50% de desconto no segundo.
Noite –
The Bubble Louge  – Compre uma taça de champagne e gnhe 50% de desconto na outra.
Comix – 50% de deconto na entrada
Hotéis – em diversos hotéis, como o InterContinental New York Barclay e o SoHo Grand Hotel, fique um mínimo de duas noites (tendo chegado entre quinta e sábado) e ganhe um crédito de US$ 50 em comida e bebida e US$ 50 de crédito para usar em estadia em julho ou agosto de 2010.

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Nicholas, tadinho, se deu mal - Foto: divulgação

Nicholas, tadinho, se deu mal - Foto: divulgação

Como dizia o ditado, malandro é gato, que já nasce de bigode… o americano Nicholas Anthony Porfilio, de 25 anos, foi preso na segunda-feira por policiais da Delegacia Especial de Atendimento ao Turista (Deat). A acusação, o bom o velho golpe do seguro, o mesmo que levou em cana as turistas inglesas Shanti Andrews e Rebeca Turner em julho. Nicholas foi à delegacia e disse que foi assaltado a duas quadras do Hotel Atlântico Copacabana, onde estava hospedado, por volta das 6h30m. Os bandidos teriam levado suas três malas, segundo ele, avaliadas em US$ 18 mil. Os policiais não acreditaram muito na história do gringo e, quando foram checar, descobriram que ele tinha feito o check-out às 10h30m e que a bagagem estava dentro do guarda-volumes do hotel. Resultado, Nicholas está preso na Deat e membros do Consulado Americano estão acompanhando o caso.

No caso das americanas, elas ficaram presas com outras presas comuns, como qualquer mortal, conseguiram um habeas corpus e responderam ao processo em liberdade, sem poder deixar o país, até serem absolvidas, no último dia 17. Agora vamos ver o que acontece com Nicholas.

Fonte: O Globo

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Só quando cruzo a Ipiranga com a Avenida São João...

Quando você pensa em turismo no Brasil, que cidades lhes vêm a mente? Rio, Salvador, Recife, Florianópolis. Esqueçam todas elas e tentem adivinhar qual foi eleita a melhor capital para os turistas em pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas a pedido do Ministério do Turismo… São Paulo, a Terra da Garoa. Entre as cidades que não são capitais, Foz do Iguaçu ficou em primeiro e Ouro Preto em segundo.

Agora, vamos ver quais foram os critérios utilizados… a melhor aqui veio no sentido de mais bem estruturada. Realmente para quem gosta de um bom albergue, isso não é lá muito verdadeiro, pois só existem uns oito em toda a metrópole, mas a pesquisa avaliou 65 municípios em 13 aspectos, atribuindo notas de 0 a 100 a cada item. As cidades foram divididas em grupos de 27 (26 capitais e o Distrito Federal) e 38 (não capitais) e classificadas só dentro do próprio conjunto.

Os quesitos analisados foram economia local, capacidade empresarial, acesso (rodovias, ferrovias, aeroportos e transporte local) e serviços e equipamentos turísticos, que inclui sinalização turística, centro de atendimento ao turista, espaços para eventos, capacidade dos meios de hospedagem, dos restaurantes e do turismo receptivo e estrutura de qualificação para o turismo. Cada cidade foi visitada por pesquisadores da FGV durante cinco dias, entre julho e setembro de 2008.

O Rio de Janeiro, sede das Olimpíadas de 2016 e principal porta de entrada dos turistas no Brasil, só ficou em primeiro lugar no quesito ‘atrativos turísticos’, o que demonstra que muita coisa ainda precisa melhorar até lá.

Confira abaixo as melhores cidades em cada quesito:

Infraestrutura geral
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Capital – Florianópolis
Não capital – Bento Gonçalves
Acesso
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Capital – São Paulo
Não capital – Foz do Iguaçu
Serviços e equipamentos turísticos
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Capital – São Paulo
Não capital – Foz do Iguaçu
Atrativos turísticos
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Capital – Rio de Janeiro
Não capital – Ouro Preto
Marketing e promoção do destino
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Capital – Belo Horizonte
Não capital – Foz do Iguaçu
Políticas públicas
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Capital – Recife
Não capital – Porto Seguro
Cooperação regional
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Capital – Natal
Não capital – Maraú
Monitoramento
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Capital – Belo Horizonte
Não capital – Balneário Camboriú
Economia local
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Capital – São Paulo
Não capital – Gramado
Capacidade empresarial
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Capital – São Paulo
Não capital – Foz do Iguaçu
Aspectos sociais
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Capital – Curitiba
Não capital – Ouro Preto
Aspectos ambientais
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Capital – Curitiba
Não capital – Foz do Iguaçu
Aspectos culturais
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Capital – Salvador
Não capital – Ouro Preto

Companhias aéreas tentam fisgar classe média com facilidades:

Como brasileiro viajando mais, as companhias aéreas lançam estratégias para embarcar mais brasileiros em seus voos. A ideia é atrair o público que viaja de busão para os aeroportos. Segundo os cálculos das empresas, esse pessoal pode gerar receitas acima de R$ 40 bilhões ao ano. Por isso, a Webjet montou um quiosque para venda de bilhetes em um dos lugares mais improváveis do Rio, a Feira de Tradições Nordestinas, em São Cristóvão. A Gol abriu uma loja numa zona de comércio popular em São Paulo. Já a TAM partiu para o esquema das parcelas a perder de vista, e agora você pode comprar uma passagem e ficar pagando por até 48 meses… isso mesmo, quatro anos. Mas é bom tirar bastane fotos durante a viagem, para quando aquela fatura do cartão chegar no 20º mês, você poder se lembrar o que está pagando.

A TAM ainda ampliou sua parceria com a rede bancária ao fechar um acordo com o Itaú Unibanco nesta quarta-feira. Agora, os quem tiver conta por lá também vai poder comprar passagens em até 48 vezes sem juros. A companhia já mantinha um acordo parecido com o Banco do Brasil, onde o prazo também foi ampliado de 36 para 48 meses.

Além dos parcelamentos conhecidos, a Webjet oferece um carnê que pode ter até 12 prestações — sem comprovação de renda ou capacidade de crédito. O cliente pode embarcar logo após quitar o financiamento.

Com informações do Jornal Extra