Como, infelizmente, ainda não tive a oportunidade de passar o réveillon em Florianópolis, mandei emails para meus fiéis leitores do Sem Destino perguntando como foi a festa por lá. A minha grata surpresa veio no email do amigo André Varanda, que deu uma de correspondente de guerra e me mandou um texto completo que vocês conferem a seguir:

“Pode-se dizer que o reveillon de Florianópolis é dividido em duas partes – a primeira, famílias e pessoas mais velhas que vão até a Avenida Beira-mar curtir a queima de fogos na ponte Hercílio Luz e a segunda parte de jovens e pessoas que estão procurando agitação, que se dirigem a praia de Jurerê Internacional.

Ao contrário das expectativas Jurerê não estava completamente parada e com transito caótico. Era possível trafegar em 15 ou 20 minutos desde a saída na estrada até encontrar um lugar para parar o carro. Claro, as ruas estavam tomadas por pessoas e carros, o que fazia as vagas mais próximas à praia estarem esgotadas. O ponto positivo é que em qualquer lugar que se fosse parar o carro, nenhum flanelinha (guardador de carros) era encontrado.

Já na areia a praia estava completamente lotada, em uma rápida caminhada desde o Parador 12 (P12) até o club Taikô, foi possível constatar este fato. Pessoas com tendas de camping ocupavam os espaços mais privilegiados da praia, restando aos “foliões” que estavam “a pé”, as partes mais próximas ao mar.

Com certeza em toda a extensão de 2 km da praia o club Taikô comandava de longe a festa. As pessoas se aglomeravam em volta ao club que retribuía com um grande som eletrônico animando o pessoal. Dentro do club era possível ver muitas pessoas famosas. A bagatela para curtir o club Taikô naquela hora era de R$1.200. ´

O Parador 12 por sua vez, até meados de meia noite coloca um som mais baixo, quase inaudível  as pessoas da praia. Não ficando muito atrás o Parador colocava o preço na porta de R$1.000 para quem quisesse adentrar o club naquele momento.

A queima de fogos em Jurerê Internacional, fica por conta de alguns grupos de pessoas, não existe uma queima oficial, então cabe aos mais empolgados fazerem suas próprias baterias de fogos.

Por volta da 01:00 da manhã, as pessoas começam a evacuar o local e dirigir-se a suas próprias festas (Reveillon Boutique, Shine, Pacha, El Divino, etc.). A festa que compareci foi a Pacha.

Sem muito transito e maiores problemas para chegar ao local, foi constatado que o estacionamento estava parcialmente alagado, devido às chuvas daquela tarde. Fazendo com que em medida de emergência, novas vagas de carros fossem abertas, o que causou um pouco de confusão para se parar o carro.

A festa em si, nada a reclamar, open bar de respeito como prometido. O mais surpreendente foi à eficiência no bar, fazendo com que as pessoas não ficassem nem cinco minutos para pegar suas bebidas. Ao contrario por exemplo do P12, alguns dias antes, que sofria com os bares lotados e com poucos funcionários no atendimento.

Muita gente bonita, um som que apesar de não contar com nenhum DJ renomado, não deixou a desejar ao que por exemplo tocava no Taikô horas antes. Enfim, dinheiro bem gasto.

Após a saída do club Pacha por volta das 06:30 da manhã, resolvemos ver qual era o estado da praia em Jurerê Internacional. Encontramos o Taikô e P12 fechados, ao contrario do Café de La Musique que ainda estava em tempos de fim de festa. A praia estava suja, mas dentro das expectativas. Um batalhão de limpeza fez seu trabalho em pouco tempo, deixando em poucas horas a praia praticamente limpa novamente.

Em resumo pode-se dizer que o Reveillon de Florianópolis agrada gregos, troianos, romanos, turcos, etc. Aos que gostam de agitação, opções ao longo de toda a Ilha não faltam, seja esta dentro de um club ou com os pés na areia. Já para aqueles que gostavam de ficar mais tranqüilos, o centro oferece boas opções, com bares e restaurantes funcionando. Alem é claro da tradicional queima de fogos”.

Como sempre que faço os posts sobre o réveillon vejo um monte de gente me perguntando sobre essa ou aquela festa, resolvi já me preparar para próxima virada e perguntar aos meus fiéis leitores espalhados pelo Brasil como foi a virada deles. Assim, com as opiniões já postadas aqui no Sem Destino, vai ficar mais fácil você se decidir em qual festa vai passar a virada para 2011. Sei que ainda falta muito tempo, mas, quando chegar novembro, dezembro, vocês vão me agradecer. Separei as opiniões por estado, aproveitando para jogar no meio algumas histórinhas engraçadas que acabei colhendo nos meus contatos com os amigos do Sem Destino. Lembrando que, para não ficar com um post de 2km, dei uma cortada em alguns textos, mas sem alterar nenhuma palavra. Conforme for recebendo mais comentários e fotos, vou postando aqui. Se você quiser participar, mande um email para djpedroserra@gmail.com.

Rio de Janeiro –

 
 
 
Camila (esq.) no MAM

Camila (esq.) no MAM

MAM – Camila Azevedo saiu lá de Natal, no Rio Grande do Norte, e não queria se meter em furada. Escolheu a festa no MAM e saiu satisfeita:

“Passei o reveillon no MAM e sem dúvida foi a melhor escolha que fiz… ambiente maravilhoso, pessoas bonitas, muitos ambientes com vários estilos de músicas, buffet perfeito, banheiros limpos, as bebidas estavam maravilhosas conforme combinado… não faltou nada… tudo funcionou muito bem. Ou seja, para quem está atrás de comodidade e praticidade vá para esse réveillon que com certeza não se arrependerá”.

Hotel Intercontinental – Sem uma boa alma que me mandasse comentários sobre a festa no Intercontinental, recorri ao meu colega de redação Edgard Maciel de Sá para contar como foi o evento. Lembrando da cara dele de satisfação no plantão do dia 1º (sim, nós estávamos trabalhando, firmes e fortes… mais fortes do que firmes), já sabia que seriam palavras de elogio:
“Fui pela primeira vez à festa do hotel Intercontinental, o Réveillon Carioca, e gostei muito do evento. O espaço do hotel é bem grande e, apesar de bem cheio, não estava difícil de se movimentar pelos ambientes da festa. A distribuição de bebidas também era eficiente, com garçons circulando e bares onde era possível se servir em poucos minutos. Eram dois salões com músicas. Um com DJ e um som mais techno e o ambiente principal, com um palco, que começou com DJ e depois teve Ivo Meirelles com a bateria da Mangueira e MC Marcinho. Na hora da virada, a maioria dos presentes saiu do hotel para ver os fogos na Praia de São Conrado. Em outro ambiente do hotel, funcionava o restaurante, com jantar (entre 0h30 e 3h30) e café da manhã (das 4h às 8h)”.
 
 

 

Costa Brava – Quem escolheu o réveillon do Costa Brava parece não ter saído muito satisfeito. Uma pena, pois o clube é ótimo e eu já fui a grandes festas lá. A organização realmente deve ter se esmerado em fazer besteira. Os comentários foram os piores possíveis, a ponto de o leitor Jonnas, que levou a namorada gaúcha e oito amigos de Sampa para a festa, pensar em entrar na Justiça:

“Fiz uma propaganda enorme sobre o visual, festa open bar com Absolut e Red Bull… simplesmente meia noite e quinze já nao tinha energético no bar da piscina. O pior nem foi isso, em alguns bares encontrava-se red bull mas sob o encanto de uma vodca chamada OROSTOFF. Foram 650 reais, meus e de minha namorada, jogados no lixo. Passei raiva até para conseguir um copo de água pra ver o sol nascer… Me senti feito de otário e isso não acaba aqui. Vou tomar algumas medidas judiciais”.

Vanessa Andrade reclamou também da falta de mesas e do estacionamento:

“NUNCA aqui no Rio estive em uma festa tão ruim!! Já começou errado. Chegamos às 19:40 hs e ficamos rodando para tentar estacionar. Uma fila enorme nos esperava do lado de fora. Quando entrei (20:50hs), SUPRESA! Não tinha mesa. Uma amiga minha estava com a mãe que não podia ficar muito tempo em pé. A “organizadora” pediu que nos levantássemos porque o “evento” não foi feito para ficarmos sentados e que não colocaram mesas porque neste caso não caberia a metada das pessoas que estavam lá. Em outras palavras “O FOCO É DINHEIRO!!” Para piorar a comida foi um horror, a bebida acabou antes da hora, o café da manhã não existiu( tinha suco quente e NADA para comer)”.

Já o Thiago também reclamou do buffet e do estacionamento, mas acabou se divertindo mesmo assim:

“Logo que cheguei tive problemas, prometeram estacionamento, cheguei por volta das 21:00 e simplesmente falaram que eu só poderia colocar o carro em outro estacionamento. Lá em baixo, e voltar de van, que cobrava pela subida. Passando essa prova, entramos. A festa em si estava muito boa, não tenho o que reclamar de bebidas nem do primeiro buffet, agora, por volta das 3:00 o buffet estava horrível, uma fila gigantesca, que cheguei a ponto de desistir. Na balança geral o saldo foi positivo. Mesmo com esses dois problemas, gostei da festa”.

Riocentro – Mais uma festa que não recebeu boas avaliações dos leitores do Sem Destino. Segundo a colaboradoa Bruna Natal, por uma estranha coincidência este evento foi produzido pelo mesmo pessoal que organizou o réveillon do Costa Brava…

Bruna flagrou a briga por um copo de bebida

Bruna flagrou a briga por um copo de bebida

“A festa que acabei indo – e me arrependendo profundamente – foi a do Riocentro. Tudo péssimo!!!  A comida muito aquém da prometida. Tinham pouquíssimas variações – bem diferente do que foi ofertado. Bebida? Até 24:30h (cheguei na festa às 23h) eu só havia conseguido beber 1 copo de cerveja e super quente, porque o lugar onde pegava a bebida as pessoas estavam tentando se matar. Lá pelas 1:30h as pessoas que conseguiram sobreviver à seca já conseguiam pegar cerveja sem se matar. Aí tava até menos quente. Refrigerante? Só 1 copo a noite toda. Espumante? Acho que nem Sidra deve ser tão ruim. Os garçons que serviam as bebidas (dentro do tal bar) às vezes se reuniam num canto, ficavam rindo e não atendiam ninguém com a galera gritando.
 
Banheiro feminino é sempre um horror… Mas 4 cabines (além daqueles imundos banheiros químicos que não tive coragem de ir) para cerca de 800 mulheres é simplesmente sem cometários. Mas tudo bem, como quase não conseguia pegar bebida e a gente suava bastante, não precisava ir tanto ao banheiro.  Saí quase 2h e o Jorge Ben Jor que tava programado para começar à 1h nem tinha aparecido”.

Por aí – Quem não se aventurou pelas (caras) festas pagas, parece ter passado um réveillon mais tranquilo, como é o caso da Ana Rosa, que achou uma solução simples em cima da hora:

“Decidimos às 21:00 do dia 31!!! Eu não gosto de “muvuca” e minha família é grande (ou seja, tudo muito caro)… Assim, queríamos algo tranquilo e mais barato. Acabamos passando em um dos quiosques da Lagoa Rodrigo de Freitas. Foi ótimo, tinha DJ animado, vimos os fogos de longe, e depois ficamos dançando e as crianças brincando. Muito bom mesmo. Grata surpresa e solução melhor do que a encomenda”.

Débora Fridman optou pelas areias de Copacabana, seu marido teve a câmera roubada, mas ela não pareceu se importar, maravilhada que estava com os fogos:

“No final das contas, como as festas estava muito caras, acabei indo pra copacabana mesmo. Sai de ipanema e fui andando até a altura da Paula Freitas, tudo bem tranquilo. Quanto mais perto de Copa, maior a quantidade de gente, parecia procissão, mas todo mundo num clima muito legal. Nãao vi aquela poluiçãao de ambulantes pelo caminho. Chegando a Copa, muuuuuito cheio.. mas dava pra andar tranquilamente. Infelizmente, nossa camera foi roubada. Estava no bolso do meu marido e, quando fomos ver, ela tinha sumido. Apesar disso, achei bem calmo, um clima ameno, não tinha aquelas pessoas só na espreita de você dar bobeira e te assaltarem. Os fogos… MARAVILHOSOS!!!!! INDISCRITÍVEL!!!!

Turistas em laje no morro Pavão-Pavãozinho - Foto: Pablo Jacob / Extra

Turistas em laje no morro Pavão-Pavãozinho - Foto: Pablo Jacob / Extra

Depois de muita ponderação sobre onde ia passar o meu réveillon (afinal, como eu dou muitas dicas, acabo com muita informação na cabeça, fica difícil decidir), acabei optando pelo óbvio, simples e barato… praia de Copacabana. A festa como sempre estava linda, praia lotada, com aquela mistureba de gente feliz, bêbada, bonita, feia, rica, pobre, turistas, travestis, crianças… todo mundo se divertindo junto. Não vi confusão, parecia estar tudo organizado… até que veio a hora dos fogos. Decepção. Não sei se eu ainda carrego na minha memória os bons tempos quando os fogos saiam da areia e explodiam bem em cima das nossas cabeças, mas o fato é que começou bem devagar, tão devagar que eu esqueci de dar “feliz ano novo” aos meus amigos. O tal do sincronismo tão anunciado, causou no meu grupo ali na areia (e em muitas outras pessoas com quem eu conversei depois) a sensação de que algo estava por vir, mas nunca vinha. Descobri depois que eu estava no lugar errado, longe dos palcos e tal, e que quem passou a virada mais no meio da praia, não teve o que reclamar.

Segundo os jornais, apareceram no céu imagens do Cristo Redentor e do Pão de Açucar… eu não vi nada disso. Para o secretário municipal de Turismo, Antônio Pedro “a avaliação foi a melhor possível”.  A leitora aqui do blog Debora Fridman concordou: “Os fogos foram MARAVILHOSOS, INDESCRITÍVEL”, comentou ela, assim mesmo, em caixa alta.

Lendo aqui os jornais, vi que nenhum incidente grave foi registrado. Umas 800 pessoas foram atendidas nos postos médicos, a maioria bêbados com intoxicação alcoólica, ou que tiveram machucados leves. Quem teve trabalho mesmo foi o pessoal da Comlurb, que recolheu 522 toneladas de lixo (11% a menos que no ano passado). Clique para ver as fotos do dia seguinte na praia de Copacabana.

Um réveillon diferente foi comemorado nos morros Dona Marta e Pavão-Pavãozinho, recentemente pacificados pela polícia. Com uma belíssima vista do Rio de Janeiro, muitos gringos subiram a favela para apreciar a queima de fogos de um lugar antes proíbido. O fotógrafo do Extra Paulo Jacob acompanhou a festa na casa de Dona Azelina, que recebeu 30 turistas na laje do seu barraco no Pavão-Pavãozinho para a virada (clique aqui para ver as fotos).

Estou preparando um post com a opinião dos queridos leitores do Sem Destino sobre as festas de réveillon pelo Brasil, se você quiser participar, deixe o seu comentário neste post. Se quiser mandar foto, deixe o seu email no cometário para eu entrar em contato.

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Adeus ano velho... Feliz ano novo!!!

Adeus ano velho... Feliz ano novo!!!

Depois da última virada, quando enfiaram a tal da Mart´nália goela abaixo do povão, a prefeitura resolveu caprichar um pouco mais na festa de réveillon em Copacabana este ano. Serão 13 atrações em dois palcos, além de outros dois com apresentações de DJs. No palco principal, em frente ao Copacabana Palace, os Paralamas do Sucesso se apresentam com participação especial de Carlinhos Brown antes da meia-noite. Logo depois, quem sobe ao palco é Lulu Santos. O ano começa ao som da Orquestra Sinfônica Petrobras e, após a queima de fogos, é a vez de Beth Carvalho com o grupo Fundo de Quintal. A noite fecha com a bateria do Salgueiro e DJs. No palco satélite, em frente à Rua Santa Clara, tem Ed Motta, Roberta Sá e Pedro Luís, com a bateria da Beija Flor fechando a festa. Já os palcos com DJs ficam na Rua Miguel Lemos, onde o destaque é Marcelinho da Lua, e Av.Princesa Isabel, comandado por Marcelo Janot.

A prefeitura já avisou que vai fazer um choque de ordem no Réveillon e proibiu qualquer tido de recipiente de vidro na areia (tirando as garrafas de espumantes, que são tradição e não vêm em outro tipo de embalagem. Mesmo assim, para beber, só em copinho de plástico), além dos fogos de artifício.

E se você está preocupado com a possibilidade de a chuva estragar a sua festa, relaxe. O prefeito convocou a médium Adelaide Scritori, da Fundação Cacique Cobra Coral, para não deixar que um pingo caia sobre nossas cabeças durante a festa. O espirito que Adelaide diz incorporar estaria em Buenos Aires, mas estará aqui a tempo da virada para desviar as nuvens.

Confira os gráficos abaixo:

Interdições do trânsito

As atrações em Copacabana

A festa em outros bairros

Atendendo aos muitos pedidos de informações sobre as festas públicas de réveillon na Região dos Lagos, resolvi fazer este post de última hora.

Cabo Frio – serão três locais com shows a partir do dia 29: Praia do Forte, Jardim Esperança e Distrito de Tamoios. Na Praia do Forte, D´Black se apresenta no dia 30 e Rick Vallen na virada. No Jardim Esperança tem a banda Geração Nômade no dia 30 e Os Morenos na festa do réveillon. Já no Distrito de Tamoios, o pré-réveillon fica por conta do pagode do grupo Algo Mais e a virada será comandada por D´Black. Clique aqui para ver a programação completa.

Búzios – Além das festas que eu já relacionei no post sobre a cidade, haverá queima de fogos em cinco praias: Geribá, Manguinhos, Marina, João Fernandes e Armação, também conhecida como Orla Bardot. São esperados cerca de 400 mil turistas para a virada em Búzios e, exatamente por isso, a prefeitura, com medo de uma bagunça generalizada, optou por não promover shows.

Rio das Ostras – A prefeitura apostou em artistas locais para os shows da virada. Na Praça São Pedro, quem anima a festa é a banda Zorra Brasil, com axé, forró, pop-rock e marchinhas de carnaval. Em Costazul, a Banda Truco também vai de repertório variado, do rock ao forró, para animar o público. Além dos shows, haverá queima de fogos de 13 minutos nas duas praias.

Os shows na praça São Pedro continuam com a Banda Pressão no dia 1º e Mister Brazuka no dia 2.

Campos – A cidade promete um grande show pirotécnico na praia do Farol de São Tomé. A festa continua com Elba Ramalho seguida de um trio elétrico com a banda A Massa até o sol nascer. No dia seguinte tem Pique Novo e, no dia 3, Emílio Santiago.

Macaé – o réveillon aqui é para quem gosta de sambar. Na praia de Cavaleiros haverá um show da Bateria da Mangueira e em Barra de Macaé, show da Mocidade Independente de Padre Miguel. Neguinho da Beija-Flor se apresenta no Bar do Coco. Se você acha pouco, ainda tem Sandro Martins no Lagomar e Tom Mello e Banda no Glicério. Clique e confira o esquema de trânsito.

Araruama – A queima de fogos terá cerca de 15 minutos de duração e será feita no pátio do Moinho Santo Antônio. Já os shows serão na Praça de Eventos. Na virada, quem se apresenta por lá é a Banda Timabalaê. No dia 1º, tem Swing e Simpatia. A festa continua com a banda Anjos da Noite no dia 2 e Filhos da Lua no dia 3.

Outros posts de réveillon:

Rio de Janeiro

Búzios

Bahia

Santa Catarina

GLS e Eletrônico

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Infelizmente este post ficou um pouco em cima da hora para aqueles que gostam de se programar com antecedência para o réveillon. Mas isso não é culpa minha, e sim dos organizadores das festas, que gostam de divulgar tudo em cima da hora. Muitos dos eventos para o público GLS ou eletrônico já estão em outros posts, mas vou reunir tudo neste aqui, lincando para as outras páginas quando for o caso. Ainda estou correndo atrás de outras festas, mas vou logo publicando o post para quem já está impaciente.

The Week – vamos começar com uma dos maiores clubs do Brasil, que preparou festas no Rio e em São Paulo.

Rio de Janeiro – Para quem quer começar a curtir cedo, curando a ressaca do Natal, dia 26/27 tem a Cosmopolitan, com o meu grande amigo Fábio Flyer na pista Docs e os DJs Filipe Guerra, Isaac Escalante, Jeff Vale e Gustavo Júnior na pista Cosmo.  No dia 30, esquentando os tambores para a virada, tem a Noite Preta, com show de Preta Gil. Quem abre a noite é a DJ Helen Sanchon, e após o show tem DJ Zé Pedro, com a dupla de DJs Dri Toscano e Diego Valente fechando a festa. Na noite do réveillon, é hora de tirar aquela roupa branca estalando de nova do armário para curtir a Nuit Blanche ao som dos DJs Gustavo Júnior, Chris Cox e Renato Cecim, na Pista Cosmo, e João Neto, Jeff Valle e Filipe Guerra, na Pista Docas.
Rua Sacadura Cabral, 154 – Saúde
(21) 2253-1020

São Paulo – Na Terra da Garoa, a diversão também começa no dia seguinte ao Natal com a festa Babylon. Na pista I, Paulo Pacheco, Renato Cecin e João Neto comandam o som, na Pista II, Kiron, Grá Ferreira, Marcelo Charbel e Herbert Tonn. Na noite da virada, a Nuit Blanche ataca de Isaac Escalante, Morais e Paulo Pacheco na Pista I e Vlad, Kiron e Grá Ferreira na Pista II.

E-Joy – Do Sudeste rumamos direto para o Sul, onde, em Florianópolis, a E-Joy promove três festas para a virada do ano. O pré-réveillon E-Joy, no dia 30, rola na Mansão Alameda Casa Rosa, e traz no Line Up Felipe Accioly, Rodolfo Bravat, Douglas Penido e Ale Bittencourt. No dia da virada, a E-Joy International Celebration começa às 22h no Lagoa Iate Clube, com os DJs Ale Vidal, Rodolfo Bravat e Douglas Penido, além da atração internacional Escape (USA). Tem ainda show com Lorena Simpson e bailarinos. Uma folguinha para curar a ressaca e, no dia 02, rola a E-Joy Paradise Island, no mesmo Lagoa Iate Clube. No line up, os DJs Chin, o colombiano Fist e Bruno Pacheco. Clique aqui para conferir os endereços e postos de venda.

Santa Catarina, aliás, é o melhor lugar para quem gosta de ouvir bons DJs. Clique aqui para ler o post sobre o réveillon por lá, com apresentações de Miguel Migs, Pete Tha Zouk, Tim Healey, Trentemoller…

Rio de Janeiro –

Viradão no Dama Essa apareceu no meu email no dia 30… vai rolar um after réveillon no Dama de Ferro, começando às 3h da matina e se estendendo até às 11h. Quem toca por lá é o meu amigo e sócio André Araújo, seguido de Gustavo Tatá e Renato Weiss. O Dama fica na rua Vinícius de Morais, quase esquina com a Lagoa Rodrigo de Freitas.

R:evolution + Pool Party (com informações do site Cena Carioca, do amigo André Garça) – “Rosane Amaral fará suas duas tradicionais festas nessa temporada. A primeira, R:EVOLUTION, rola logo mais no reformadíssimo Armazem 2, no Cais do Porto. A produtora volta a apostar num mexicano não muito conhecido, mas que agradou na última edição: Sergio Garcia será o headliner desta noite. No dia 1º de janeiro, a POOL PARTY rola no Clube Internacional de Regatas, com uma maravilhosa vista do Pào de Açucar. A grande atraçao da festa é a americana Twisted Dee, DJ querida dos brasileiros. A Pool Party começa as 16h… e como sempre, sabe-se lá que horas vai acabar”

Búzios – o balneário descoberto por Brigitte Bardot também é um bom lugar para se ouvir o bom e velho bate-estaca. A principal atração por lá é o paulista Gui Borato, mas tem também D-Nox e Beckers e DJs da cena carioca como Marcelinho Cic, Leo Janeiro, Marian Flow e Zeo. Clique aqui para ler o post com todas as festas de Búzios.

BahiaUniverso Paralelo – São sete dias de eletrônico na mente em um dos maiores festivais do Brasil.  A festa na Praia de Pratigi, na Bahia, começa no dia 28/12, às 8h, e segue initerruptamente até às 10h do dia 04/01. A estrutura reúne um grande camping, com chuveiros e sanitários. Há feiras, bares, lojas, internet na praia e tudo o que você precisa para viver intensamente sem perder o conforto. O valor do ingresso na portaria do festival está em R$ 380.

Maresias-SP – o mega-club Sirena este ano não trouxe nenhum nome de peso para sua festa, apostando no bom e velho Carlo Dall´anese (que ninguém deve aguentar mais).  As festas rolam no dia 26, 28, 29, 31 e 02, sempre com o Dall´anese (tem dias que ele toca nas duas pistas) e Ricardo Menga. Em alguns dias ainda tem uns convidados, mas todos desconhecidos (pelo menos para mim). Mas só pelo local e pelo público, o Sirena já vale a pena.

Prometo colocar outros eventos aqui até o meio da semana…

Leia também os posts com as festas de réveillon em outros lugares:

Rio de Janeiro

Bahia

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O réveillon em Santa Catarina parece ser um dos melhores. Se não tivesse filho, trabalho, mulher e muitas contas para pagar, é para lá que eu ia. Diferentemente do Rio – onde predomina uma salada musical com baterias de escola de samba dividindo a pista com DJs de música eletrônica, e da Bahia, onde o negócio é o axé do afoxé, Filhos de Gandi – a virada em Floripa é recheada de excelentes DJs da cena eletrônica internacional. Então, sem mais delongas, vamos a elas:

Pré-réveillon Green Valley – Premiado como o melhor superclube de 2008 pelo Cool Awards, o Green Valley começa a sua programação no dia 26, com o inglês Paul Harris. No dia 28, nada menos do que o americano Miguel Migs, escolhido como a melhor atração no último Skol Beats. Seguindo a linha deep house, quem toca por lá no dia 30 é o também americano Erick Morillo.
Local: Green Valley – Rua Mamoré, 1083 – Rio Pequeno, Camboriú.

boutiqueRéveillon Boutique – A festa no hotel Boutique traz como atração principal o DJ americano Dennis Ferrer, considerado um dos melhores do mundo. No line up ainda tem Mário Fischetti, Paulinho Boghosian, The Beckers e outros. Uma das festas com mais gente bonita por metro quadrado do Brasil.
Local: Espaço Reveillon Boutique – Alameda César Nascimento, 500 – Praia de Jurerê – Florianópolis
Preço: R$460 feminino – R$805 masculino (open bar & buffet)
Clique aqui para comprar

greenRéveillon Green Valley Guest House –  Para a virada deste ano, as atrações serão os projetos Crossover e Hand’s. Quem também toca por lá é o DJ André Pulse.
Local: Praia Estaleiro Guest House Hotel – Av. Interpraias, 3987 (Praia do Estaleiro), 16 km
Preço: R$240 – feminino e R$ 420 – masculino (bico seco)
Clique para comprar

cabaretRéveillon Cabaret – Life Club – Gustavo Bravetti, Ferris, Miss Cady e Beto Dias são algumas das atrações neste espaçoso clube de 3.200 m2, com capacidade para mais de 10 mil pessoas.
Local: Life Club – Rodovia SC 401, 14037 – Jurerê Internacional – SC
Preço: R$100 – feminino e R$ 200 – masculino
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paradeiroRéveillon Parador Estaleiro Hotel – Este belíssimo beach club bem em frente à praia do Estaleirinho terá como atrações os DJs Daniel Rosenmann, Maycon Schramm e o projeto Vácuo Live.
Localização: Parador Estaleiro Hotel – Rua Victorio Fornerolli, 454 – Praia do Estaleirinho, Balneário Camboriú – SC
Preços: R$ 200 – feminino e R$ 350 – masculino (open bar e buffet)
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specialiRéveillon Speciali – O line up não tem nenhuma estrela internacional, mas os organizadores apostam na infraestrutura, montada especialmente para o evento, para atrair o público. No comando do som, os DJs Lucas Mussi e Caio Faria.
Local: Arena Speciali – Praia de Jurerê – Florianópolis – SC
Preços: R$ 190 – feminino e R$ 280 – masculino (open bar e buffet)
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ShineShine Réveillon 2010 – Aqui quem manda são os DJs da agência 3 plus. Mary Zander, Leo Cury e Daniel Kuhnen dividem espaço com Elio Riso, Dudu Petrelli e Rafael Pigozzi.
Local: Restaurante Encanta – Av. dos Salmões, 1232 – Jurerê Internacional – SC
Preços: R$ 250 – feminino e R$ 500 – masculino (open bar e buffet)
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Réveillon Taiko – Tendas, lounges e camarotes à beira-mar serão o charme desta festa, que terá no comando do som os DJs Edgar Fontes, Wladimir (Saint-Tropez) e Fernando Picón (Punta del Este).
Local: Jurerê Internacional
Preços: R$ 370 – feminino e R$ 700 – masculino (open bar e buffet)
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Warung – o megasuperclube não fará festa no dia da virada este ano, mas terá grandes atrações a partir do dia 27, quando tocam D-nox e Beckers. No dia 29, é a vez do projeto Life is a Loop e, na ressaca da virada, no dia primeiro, Michael Meyer e Gui Borato.
Local: Av. José Medeiros Vieira, 350 – Praia Brava, Itajaí.

SC Music Festival – Para quem ainda tiver forças, no dia seguinte à virada o club Green Valey abrirá suas portas para um evento com 15 DJs espalhados por três pistas. Nomes como Pete Tha Zouk, Tim Healey, Trentemoller e a dupla David Amos & Julio Navas prometem curar qualquer ressaca de réveillon.
Preços: R$ 50 – feminino e R$ 80 – masculino.
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Leia sobre mais festas de réveillon:
Rio de Janeiro

Búzios

Bahia

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