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Pois é… chegou a hora de dizer adeus a este blog aqui. Ele ficou pequeno para as minhas ideias mirabolantes. A vontade de ter uma área de vídeos, anúncios, incorporar isso, aquilo e organizar tudo de uma forma completamente diferente acabou me levando a sair do wordpress.com… e ir para o wordpress.org. Foram noites em claro quebrando a cabeça tentando desvendar aqueles códigos em html, php, css e sei lá o quê só para trocar a cor de uma simple fonte. Agora está tudo lá, e vocês podem conferir no meu novo domínio blogsemdestino.com. Alguns links ainda estão quebrados, algumas coisas ainda insistem em sair do lugar, mas isso é algo que ainda vai me levar um tempo até deixar 100%, e uma coisa que eu aprendi nesses meus anos de jornalismo é a “trocar o pneu com o carro andando”. Se ficarmos pensando muito, a ideia não sai do papel. Se tem algum post que voce gosta aqui, não se preocupe, ele já está lá… então, without further ado, visitem, aproveitem, leiam, comentem, critiquem (pero no mucho) e, principalmente, divirtam-se com o novo Sem Destino.

Se você assina o RSS feed do semdestino.wordpress, mude sua assinatura para o blogsemdestino.com. Se ainda não assina, está esperando o quê??? É só clicar no link na página principal do novo blog.

ESTE BLOG MUDOU-SE PARA BLOGSEMDESTINO.COM

Pois é, estou cheio de moral na terra do Mickey. Clique no play para assistir ao vídeo abaixo e veja que meu nome está em todos os cartazes e brinquedos do parque… até no menu.

Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.

Agora, é só seguir para o site da Disney e fazer o seu próprio vídeo – www.sun7news.com

Mas se você acha que ser famoso na Disney é pouco, tente as igrejas:

churchsign

Tem também a igreja da cientologia, aquela que deixou o Tom Cruise maluco e chato

cos

Se você gostou e quer fazer o seu, siga para o site Church Sign Generator

Uma dica para quem busca informação de qualidade e artigos inteligentes… está no ar desde o mês passado o site O Pensador Selvagem, que conta com uma lista de colaboradores em português e espanhol em assuntos tão diversos como filosofia, psicologia, arquitetura, matemática, política, direito, gastronomia, esportes, saúde e tantas outras. Uma verdadeira revista eletrônica escrita por selvagens pensadores, dissecando cada aspecto de nossa sociedade.

E eu estou lá, escalado para escrever semanalmente para a editoria de Jornalismo e quinzenalmente para a de Viagem e Turismo. Então, se você gosta dos textos recheados de dicas e informações aqui do Sem Destino, dê uma passadinha n´O Pensador Selvagem.

Veja o vídeo de divulgação do OPS!…

toon-car.jpgFazer um post sobre o Disney World é pedir para passar horas em frente ao computador, procurando dados, referências e todos os tipos de informação que eu gosto de passar para os leitores aqui do Sem Destino. Afinal, quando falamos de Disney não estamos nos referindo apenas àquele parque com o castelo da Cinderela… estamos falando do Magic Kingdom, do Epicot Center, do Animal Kingdon, dos Estudios MGM e Universal, dos parques aquáticos e até do Bush Gardens, que nem em Orlando fica, mas que todo mundo que vai para a Disney acaba visitando também. Além da quantidade de coisas para se fazer, há também a velocidade com que novas atrações vão surgindo. Estive lá duas vezes, uma aos seis anos e outra aos 22… e confesso que me diverti muito mais da segunda vez. Mas quando meu irmão foi, apenas três anos após eu ter ido, voltou cheio de novidades para contar, me deixando com vontade de ir de novo. Acho que já gastei o que tinha que gastar indo para a Flórida. Os “parques de diversão” que quero conhecer agora são bem diferentes: Muralha da China, São Petesburgo, Praga… mas a criança que existe dentro de cada um de nós nunca vai deixar de se fascinar pelo reino encantado de Walt Disney. E acho que é por isso que escrevo este post, como uma maneira de reviver estes momentos.

Bom, primeiro vamos conhecer os 122 km dos parques da Disney propriamente dita.

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O Magic Kingdom é o coração do parque e o início de tudo. Inaugurado em 1971 como uma versão da Disneylândia na Flórida, o parque é dividido em sete “mundos”. O primeiro é a entrada do parque, chamado de “Main Street”, onde fica o Castelo da Cinderela e acontecem todos os desfiles… O Frontierland é a terra dos índios e cowboys e onde se encontra a famosa “Big Thunder Mountain Railroad”, a montanha-russa em forma de trenzinho que passa por uma mina de ouro. A Fantasyland, nas palavras de Walt Disney, “é para aqueles jovem de espírito, que acreditam que quando fazem um pedido a casa-do-pluto.jpguma estrela, eles se realizam”. Uma das principais atrações desta parte é o “Peter Pan´s Flight”, um passeio pela Terra do Nunca, e “It´s a Small World”. Na Tomorrowland, o tema é o futuro, e nada melhor para celebrá-lo do que a “Space Mountain”, uma montanha-russa toda no escuro. A famosa “Haunted Mansion”, ou mansão assombrada, com seus 999 fantasmas, fica na Liberty Square, onde você também pode pegar o barco Liberty Belle para uma volta pelos rios do parque. Para conhecer a casa do Mickey, da Minnie, o barco do Donald e a fazenda do Pateta, a “Mickey´s Toon Town Fair” é o lugar. É aqui que se reúnem todos os personagens da Disney.

Alguns detalhes sobre o parque:
Para não enfrentar filas nas atrações mais concorridas, utilize os passes com hora marcada, ou “Fast Pass“. Você retira o passe, vai a outras atrações e volta na hora marcada para curtir, sem esperar, aquela montanha-russa ou passeio que geralmente demora horas.

disney-characters.jpg

pluto.jpgÉ muito difícil encontrar os personagens da Disney, e alguns deles só aparecem poucas vezes por dia, por um período muito curto… dão autógrafos por uma meia hora e tchau… as filas geralmente são imensas. O interessante é que há um treinamento intenso para que todas as pessoas que se vestem como Mickey, ou o Donald, ou o Pluto, andem igual, assinem os autógrafos da mesma maneira e façam os mesmos gestos (como aí na foto ao lado, quando eu tinha seis anos… eu sou o da esquerda). Mais interessante ainda é que muitas destas pessoas por debaixo das fantasias são altos executivos da Disney, que pelo menos uma vez em suas carreiras têm que passar pela experiência. Então, da próxima vez que abraçar o Pateta, pense que este Pateta pode ser até o presidente da maior companhia de entretenimento do mundo.

Outra curiosidade é que, para não estragar a magia, o Magic Kingdon é construído sobre uma série de túneis de serviço, impedindo assim que os visitantes do parque vejam um cowboy passando pela terra do futuro, ou a Minnie andando displicentemente de volta para seu camarim.

epcot-globe.jpgContinuando o nosso tour, chegamos ao Epcot Center, o segundo parque a ser inaugurado, em 1982, e que manteve o título de maior do mundo, com duas vezes o tamanho do Magic Kingdon, até a construção do Animal Kingdon, em 1998. O Epcot é um acrônimo de “Experimental Prototype Community of Tomorrow”, ou Protótipo Experimental Comunidade do Amanhã.

O parque está dividido em nove pavilhões do futuro e 11 pavilhões de países. As atrações futurísticas incluem um passeio no globo que é a marca registrada do Epcot e onde pavilhao-do-mexico.jpgpodemos ver a evolução das comunicações no mundo. Difícil é falar de apenas uma das atrações, então aqui vai um link para vocês mesmo explorarem cada uma delas. Já na área dos pavilhões dos países é fácil – o passeio de barco pelo Pavilhão do México (na foto ao lado, em 1984), onde sempre é noite, é o melhor. Há ainda uma queima de fogos no lago do parque ao final de cada dia que vale a pena.

caco-o-sapo.jpgHummm… para onde vamos agora??? Ok, seguindo a ordem cronológica de abertura dos parques, temos o MGM Studios, inaugurado em 1989. O parque na verdade não tem nada a ver com o estúdio de Hollywood, e a Disney apenas explorava o nome e o conteúdo da MGM através de um contrato. Em agosto deste ano, a presidente da Walt Disney Park and Resorts, Meg Crofton, anunciou que o parque vai mudar de nome para Disney Hollywood. Conforme afirmou Meg no comunicado oficial para a imprensa , “o novo nome reflete como o parque amadureceu, de representante da era dourada do cinema para uma celebração do novo entretenimento que a Hollywood de hoje tem a oferecer, em música, televisão, filmes e teatro”.

Lembrando que a Disney é dona da Pixar, de Toy Story e Carros, que produziu filmes como High School Musical, e que tem suas próprias produções para mostrar, realmente não fazia sentido continuar com a parceria. E as produções que citei agora são exatamente as novas atrações do parque, que tem ainda uma das minhas montanhas-russas preferidas, a “Rock ‘n’ Roller Coaster Starring Aerosmith”, totalmente no escuro, com o som da banda explodindo nos alto-falantes instalados atrás da sua cabeça. Isso sem falar na Torre do Terror, onde você despenca em um elevador após passear por uma casa mal assombrada.

blizard-beach.jpgAgora para os parques aquáticos… São dois mantidos pela Disney: o Typhoon Lagoon, de 1989, cujo tema é um furacão que destruiu uma vila paradisíaca, e o Blizzard Beach, de 1995, com o tema de uma tempestade de neve que levou à construção do primeiro “ski resort” da Flórida. Não há muito o que falar sobre estes parques: quedas dágua, bóias, escorregas… eu fui no inverno e mesmo assim o Blizzard Beach estava aberto. A água estava fria, mas eu saí de lá bronzeado… Uma dica, o Blizzard Beach às vezes fecha quando está muito cheio… chegue cedo para não ficar de fora.

tree-life.jpgCom dois km2, o Animal Kingdon é o maior parque da Disney no mundo. Com todo este tamanho, é lógico que este parque também seria dividido em áreas temáticas. São sete no total. São elas o Oásis, apenas a entrada do parque, onde se pode ver o habitat de diferentes tipos de animais do passado, a Discovery Island, uma praça que dá acesso às outras áreas do parque e onde está sua marca registrada, a Árvore da Vida. Na árvore da vida há uma atração chamada, “it´s tough to be a bug”, um filme em 4-D (3-D mais experiências sensoriais como cheiros, água jogada na sua cara, ratos passando no seu pé… muito interessante… hehehe). O Camp Minnie-Mickey é onde acontecem os shows para a garotada, embora os país adorem também. Na área dedicada à África, você pode fazer um safári e embarcar em uma missão para deter caçadores. A Ásia também está representada e, para quem gosta de se molhar, há um passeio em um barco que termina em uma grande queda d´água . A última área do parque, o Rafiki´s Planet Watch, só é acessível de trem, e lá é possível ver os esforços da Disney para promover a vida selvagem.

pleasure-island.jpgA vida noturna em um mundo pensado para crianças (mesmo que sejam crianças adultas), não é lá essas coisas, mas o Downtown Disney é onde você vai encontrar as boites e o entretenimento noturno que está procurando. Comece comendo no Rain Forrest Café, um restaurante temático com motivos de selva (nada de Planet Hollywood, por favor). Para fazer a digestão, um passeio pelas lojas do local, com uma paradinha especial na loja da Lego e suas esculturas com os famosos bloquinhos de montar… e então, para dançar, escolha uma das cinco boites da Pleasure Island: 8TRAX (anos 70 e 80), The Rock ´n´ Roll Beach Club (duhhh, Rock), BET (hip-hop e R&B), Motion (música pop atual e videoclips em uma tela gigante), Mannequins Dance Palace (música eletrônica). Há ainda um Irish Pub e dois comedy clubs: o Adventure´s Club (baseado nos anos 30), e o The Comedy Warehouse (de Stand up comedy). Ok, você não gosta de dançar… então vá para o West Side e assista a um show do Cirque du Soleil, ou ouça música ao vivo no House of Blues, ou mesmo divirta-se no parque indoor Disney Quest.

Na mesma linha do Downtown Disney, está a Disney Boardwalk, com restaurantes e lojas. Aqui estão o restaurante da ESPN, o Jellyrolls, com disputas entre pianistas, o Atlantic Dance Hall, com música latina, e muito mais.

Um detalhe, algumas atrações da Downtown Disney e da Disney Boadwalk são para maiores de 21 anos.

Chega??? Não… vai mais uma aqui… para quem gosta de esportes o Disney´s Wide World of Sports oferece campos de golfe, tênis e todos os outros tipos de esporte que você possa imaginar, para praticar ou assitir. Há também passeios a cavalo, pesca, tratamentos em spa…

O post já ficou muito grande… outro dia falo sobre o Universal Studios, o Bush Gardens, o Sea World, etc…

Para saber mais sobre a Walt Disney Company leia o livro Disney War (Ediouro, 2006. 622 págs), de James B. Stewart, e para saber do que trata o livro, leia o meu post Disney, jornais, refrigerantes e carros, no meu outro blog, o Na Média.

E onde ficar na Disney??? Aqui vai um link para todos os hotéis dentro do complexo, dos mais baratos aos mais caros.

Procurando um pacote??? Veja abaixo algumas opções.

Orlando

disney-parade.jpgEm quarto quádruplo.
US$ 1.279
Seis noites, com traslados e ingressos para os parques. Na Mondial: 0/xx/11/3259-6922; www.mondialturismo.com.

US$ 1.556
Cinco noites no hotel Hard Rock Café, com traslados e ingressos para os parques. Na CI: 0/xx/11/ 3677-3600; www.ci.com.br.

US$ 1.758
Oito noites, com café, ingressos para os parques, guia, traslados e seguro. Na Tia Augusta: 0/xx/11/ 3068-5111; www.tiaaugusta.com.br.

US$ 1.798
Nove noites, com café, traslados, guia, seguro e ingressos para os parques. Na Brazilian Summer: 0/ xx/11/5096-2230; e na SunCoast USA: 0/xx/ 11/5542-8999; wwww.suncoastusa.com.br.

US$ 1.849
Nove noites, com café, guia, traslados e ingressos para os parques. Na Rosa Massoti: 0/xx/11/4586-3124; www.rosamassoti.com.br.

US$ 2.060
Dez noites no hotel Hampton Inn, com café, traslados, guia, seguro e ingressos para os parques. Na Travel Time: 0/xx/18/ 3642-5633; www.traveltime.com.br.

US$ 2.110
Doze noites no hotel All Star, com café, um jantar, traslados, guia, seguro e ingressos para os parques. No STB: 0/xx/11/3038-1500; www.stb.com.br.


magic_kingdom.jpgEm quarto duplo
US$ 829
Seis noites, com aluguel de carro, com quilometragem livre, e seguro. Na Revytour: 0/xx/11/5051-8626; revytour.kit.net.

US$ 1.225
Seis noites no hotel Country Inn, com um jantar, traslados e ingressos para os parques. Na Majestur: 0/xx/11/3021-5008; www.majestur.com.br.

US$ 1.261
Oito noites, no hotel Disney All Star Movies, com nove dias de aluguel de carro e seguro. Na Nascimento: 0/xx/11/3156-9944; www.nascimento.com.br.

U$$ 1.382
Sete noites, no hotel Comfort Inn, com café, traslados, seguro e ingressos para os parques. Na Apex: 0/xx/11/3722-3000; www.apextravel.com.br.

US$ 1.398
Sete noites, com traslados, seguro e ingressos para os parques. Na Alemar: 0/xx/11/3815-7585.
US$ 1.428
Sete noites, com ingressos para os parques. Na Agaxtur: 0/xx/11/ 3067-0900; www.agaxtur.com.br.

US$ 1.698
Sete noites no hotel Quality Inn. Inclui um jantar, traslados e ingressos para os parques. Na CVC: 0/xx/11/2146-7011; www.cvc.com.br.

US$ 1.975
Dez noites no hotel Hampton Inn Point, com café, traslados e ingressos para os parques. Na College Turismo: 0/ xx/11/ 3772-3912; www.collegetur.com.br.

US$ 2.249
Nove noites no Disney’s All Star Movies Resort, com café, traslados, guia e ingressos para os parques. Na Beeline: 0/xx/ 11/ 3171-1544; www.beeline.com.br.

US$ 2.304
Doze noites no hotel All Star, com café, um jantar, guia, traslados, seguro e ingressos para os parques. Na Taks Tour: 0/xx/11/6475-3355; www.takstour.com.br.

Preços de novembro de 2007. Fonte: Folha de São Paulo.

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vietnam.jpgWashington D.C. é realmente uma das cidades mais bonitas que já visitei. Não vou comparar aqui com as cidades da Europa, pois são coisas completamente diferentes. A capital do poder americano é uma cidade decorada por monumentos, parques, museus, prédios governamentais e emoldurada pelo Rio Potomac.

O povo americano tem muito orgulho de sua História, e isso se reflete nos monumentos que erguem a cada episódio escrito. Gosto muito do Memorial dos Veteranos do Vietnã, onde um muro de granito escuro vai se erguendo conforme os nomes das pessoas mortas ou desaparecidas em ação vai aumentando. É um dos memoriais mais carregados de emoção que eu conheço, porque os nomes tornam ele pessoal, e o fato de você conseguir ver o seu reflexo no muro, faz você refletir. Há ainda o Memorial ao Soldado Desconhecido, no Cemitério Arlington, onde há uma troca de guarda milimetricamente coreografada a cada uma hora.

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washington-monument.jpgOs presidentes também estão lá imortalizados, cada um a sua maneira. Não é porque sou fã de Abraham Lincoln, mas o monumento erguido a ele é o meu favorito. Uma grande construção, com o velho Abe sentado relaxadamente, como que olhando para o país que ele manteve unido durante a Guerra Civil. O monumento a George Washington talvez seja o mais famoso de Washington, e talvez o mais sem graça também. Estou falando daquele obelisco que sempre aparece nos filmes que tem a cidade como cenário. O interessante é que você pode subir até seu topo e ter uma vista aérea da cidade… após enfrentar uma grande fila. É mais ou menos como subir a Estátua da Liberdade, ou o Empire State Building, vale a pena fazer uma vez na vida.

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Washington, 1996… em frente ao espelho d´água que se estende do Lincoln Memorial ao Washington Monument.

jfk-grave.jpgTalvez o presidente mais adorado pelos americanos, John Kennedy não possui um monumento megalomaníaco na cidade como seus antecessores. Seu memorial se encontra no Cemitério Arlinton, próximo ao do Soldado Desconhecido, onde ele está enterrado ao lado de Jackie Kennedy Onassis e de seus dois filhos, e onde uma chama eterna queima para homenageá-los.

arlington-cemetery.jpgFalando no Arlington Cemetery, este é, para mim, um dos lugares mais bonitos de Washington. Pode parecer meio estranho um cemitério figurar entre meus locais favoritos em uma cidade, mas o Arlington é praticamente um parque, cheio de, claro, obras que lembram heróis da história americana e, por estar em uma elevação, tem-se uma vista privilegiada da cidade.

tourmobile.jpgAs atrações ficam um pouco distantes umas das outras. A melhor maneira de conhecer todas estas coisas que eu falei aí em cima e muitas mais de que não falei é pegar um dos muitos ônibus fantasiados de bonde que circulam pela cidade. A Tourmobile oferece um passe que permite ao visitante entrar em seus veículos durante todo o dia, ficando o tempo que quiser em qualquer uma de suas 25 paradas. Quando você está no ônibus, o motorista vai passando informações históricas pelo caminho. Outra opção é ver a cidade navegandoo rio Potomac. Por mais ou menos US$15,00 por pessoa, a Potomac River Boat leva você em um passeio de 90 minutos. Não dá para descer nas atrações, mas a vista é belíssima.

white-house.jpgSe você não gostar de História e sim de política, pode também visitar o presidente… ou pelo menos a casa dele, a famosa Casa Branca. Esta, aliás, é uma das atrações mais concorridas de Washington, então espere looongas filas, mesmo chegando cedo. Se a fila estiver muito grande e você não quiser esperar, vá até o prédio do Capitólio, onde fica o Congresso Americano, praticamente não há filas, os tour guiados são gratuitos e o prédio é igualmente belo (você só não terá a chance de ver o George Bush… mas não acredito que muitos de vocês vão ligar para isso).

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Washington, 1996. Em frente ao Capitólio.

natural-history.jpgE finalmente, os museus. Washington é uma das cidades com o maior número de museus por metro quadrado em todo o mundo. Mas não vá esperando ver Picasso, Miró e amigos… o negócio aqui é outro. A maioria dos museus fica localizada no National Mall. Não, não é shopping mall… nada de compras aqui. O Mall é a rua em frente ao Capitólio, onde estão o Museu Aero-espacial, Museu do Índio Americano, Museu de História Natural (foto), Museu de História Americana, a Galeria Nacional de Arte, O Memorial e Museu do Holocausto e o Museu e Jardim de Esculturas Hirshhorn. Há ainda o Museu de Arte Africana e o Anacostia Community Museum, dedicado à História africana. Tem o Jardim Botânico, o Zoológico, o aquário, o Museu dos Correios, a National Portrait Gallery, o Arts and Industries Building, a Casa da Moeda e chega!!! Quem quiser que vá e descubra mais… pois vale a pena. Ahhh… e se alguém aí decidir ir no verão, uma boa dica é passear pela Pennsylvania Avenue, onde nos fins de semana costumam ocorrer shows ao ar livre.

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Imagens: Vietnam Memorial – Peter Mackay. Washington – Stock Exchange. Tourmobile – site oficial. Eu – não lembro.

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rio-rockers.jpg O número de albergues no Rio de Janeiro aumenta a cada ano, e o turista brasileiro começa a descobrir este tipo de hospedagem, mas muitos estabelecimentos estão em situação irregular.

Em 1999 eram apenas uns quatro albergues em toda a cidade. Em 2003, o número subiu para vinte. Hoje, já são mais de quarenta. Difícil é saber a quantidade exata, já que muitos não são cadastrados na EMBRATUR, na RioTur nem possuem alvará de funcionamento junto a Prefeitura. Fiquei curioso para saber a dimensão disso e fui conversar com a assessoria de imprensa da EMBRATUR, que me disse que tem apenas 25 albergues cadastrados com eles. Minha curiosidade me levou então a buscar na internet o maior número de albergues que eu conseguisse. Preparei uma lista, que divulgo aqui no blog, com 52 albergues, fora os que eu sei que existem e não tem página na Web. Só de cabeça lembrei de uns 10.

beliche.jpgNa Rua Barão da Torre, número 175, em Ipanema, existe uma vila com dez albergues. Apenas três constam dessa minha lista e, segundo informações que eu recebi de um dos proprietários, a maioria não tem a documentação necessária.

Mas, e aí? O que acontece com esses albergues. O Ministério do Turismo afirma que está estudando um projeto de fiscalização, em parceria com os órgãos oficiais de turismo, governos estaduais e prefeituras. A idéia é, ao invés de punir, dar orientação e supervisão, com o objetivo de melhorar a qualidade dos serviços. Mais sábio, mas precisa tirar o projeto da gaveta.

lighthouse-room.jpgRodrigo Leporage, 24 anos, proprietário do Rio Rockers, inaugurado em janeiro deste ano, acredita que o problema destes albergues “piratas” é que o turista não tem a quem recorrer em caso de problemas. Além disso, estes albergues “queimam o filme” de quem está tentando fazer tudo certinho, dentro da lei. Rodrigo tem todas as licenças necessárias e é também um dos poucos cadastrados da Hosteling International no Rio. A HI é a antiga Albergues da Juventude, que hoje usa o nome internacional e mantém regras rigorosas de conduta para os estabelecimentos cadastrados. Uma delas é a proibição a quartos mistos, coisa que muitos albergues têm e que eu não vejo muito problema. A maioria dos albergues que eu fiquei na Europa tinha quartos mistos.

Mas estes albergues sem cadastro não necessariamente são piores que os outros. Acredito que caberia aos órgãos responsáveis simplificar um pouco da burocracia e melhorar a fiscalização, para que esse problema fosse resolvido.

stone-of-the-beach.JPGUma constatação unânime nas minhas conversas com os proprietários foi o aumento no número de brasileiros que buscam os albergues. Parece que houve uma desmistificação do nome “albergue”, que muitos ainda vêem como uma pensão barata ou mesmo um abrigo para mendigos. Heitor D´Alincourt, proprietário do Copacabana Wave Hostel, inaugurado em dezembro do ano passado, contou diversos casos de pessoas que ligam querendo doar roupas, dinheiro, ou que aparecem lá pedindo para passar a noite, e se assustam ao ver do que realmente se trata. Mas tanto ele quanto outros proprietários acreditam que o fato de a novela “Paraíso Tropical” ter mostrado um albergue ajudou neste processo. “As pessoas às vezes ligam brincando, perguntando se aqui é o albergue da Lúcia”, diverte-se. Segundo ele, durante os jogos Pan-Americanos o Wave Hostel registrou uma ocupação de 70% de brasileiros.

Mas existe uma unanimidade também quando o assunto é a diferença entre o comportamento dos hóspedes estrangeiros e brasileiros. Silvia, proprietária do The Lighthouse, em Ipanema, confessa que os únicos problemas que ela tem são com os brasileiros. “É muito comum eles reservarem e não aparecerem. Eles geralmente demandam mais atenção também. E eu tive muitos casos de clientes brasileiros que saíram sem pagar”. Heitor, do Wave Hostel, tem o mesmo problema: “infelizmente tenho que admitir que muitas das regras que criei aqui são por causa dos brasileiros”. Tentei pegar alguns números sobre esse aumento no número de brazucas nos albergues do Rio, mas o Ministério do Turismo ainda não possui esta informação.

lighthouse-reception.jpgAgora, o que leva uma pessoa a trocar o conforto de um quarto de hotel pelos quartos com beliche de um albergue? Encontrei Fernanda Paiva, de Fortaleza, no Adventure Hostel, em Ipanema. Era a segunda vez que ela ficava em um hostel, a primeira tinha sido em Bonito-MS. Ela citou o preço como um fator importante, mas não só isso: “em um hotel você fica isolado. Não conhece ninguém. Aqui você conhece gente de diferentes culturas, faz amigos. É outro clima”.

Com o aumento do número desses estabelecimentos não só no Rio, mas em todo o Brasil, “mochilar” pelo país se torna cada vez mais fácil. Espero ver mais brasileiros passando pela minha rua, mochilão nas costas, a caminho dos diversos albergues que existem na área (são pelo menos uns quinze em um raio de 1km). E espero também que o governo crie condições para que todos eles funcionem dentro da lei. O Brasil é um país perfeito para esse tipo de turismo, faltavam os estabelecimentos e a gente mudar a nossa mentalidade. A primeira questão está resolvida… a segunda, em pouco tempo, estará também.

Veja a lista de albergues do Rio de Janeiro.

market-smaller.jpg Passeando por esta world wide web outro dia, me deparei com um blog que acabou inspirando este post, o Favoritos, que dá dicas de sites sobre os mais variados assuntos. Como aqui o negócio é turismo, fui fazer a minha relação de links interessantes, pegando, claro, uma ou duas dicas do blog da minha nova amiga… Resolvi neste primeiro post de links me concentrar nos sites para os viajantes internacionais, então a maioria deles estará em inglês… embora alguns ofereçam também a famosa opção pt-br.

Vamos começar pelas redes sociais, como o Orkut e My Space, só que voltadas para os viajantes. Já havia falado em um dos meus primeiros posts sobre o Couch Surfing. O que fui descobrir é que existem diversas outras comunidades de pessoas dispostas a abrigar um viajante desconhecido em suas casas. Uma delas é o Hospitality Club, com mais de 320.000 associados em 270 países.

blog.jpgNo quesito Blog, o Iloho me pareceu o que tinha os melhores textos. Na verdade a página é uma coletânea de textos enviados pelos participantes, ordenados conforme a nota que recebem de seus leitores. Mas não deixa de ser um blog.. já que blog vem de weblog, e os texto são logs de viagensaosjjzzzzzz zzzz zzzz zzz zzz zz z…. ok… ok… voltando ao assunto. O Everytrail utiliza a tecnologia dos GPS aliada ao GoooooogleMaps para criar diários de viagem detalhados. Você envia os dados do seu aparelho de posicionamento global para o site, coloca fotos, textos, vídeos e depois manda para seus amigos. Se eu tivesse um aparelho de GPS, me cadastrava.

Para os que ainda nem sabem para onde ir, o Tripbase é a solução. Medindo a sua disposição para sair a noite, jantar fora, fazer compras e conhecer a natureza, o site irá te indicar destinos ao redor do globo, com uma descrição do local, informações sobre o clima, dicas de hotéis, atrações e muito mais. Para os que já sabem para onde ir e só precisam de um lugar para ficar, aí a solução passa a ser o Hotel Finder. Seguindo uma tendência em sites de viagem, sua plataforma se baseia no GooooogleMaps, indicando a localização exata do hotel, como chegar vindo de diferentes lugares, além de, claro, preços. Ainda no quesito hotéis, o TV Trip oferece vídeos de hotéis em diversos destinos turísticos ao redor do mundo, para que você possa escolher bem e não ter surpresas desagradáveis… mas eu andei dando uma olhada e geralmente são hotéis mais caros, nada que um mochileiro como eu recomendaria.

Um site que é bem específico mas que irá ajudar algumas pessoas é o Broadway Zone. Na página você encontra uma lista de todos os teatros da famosa avenida de Nova York, com informações sobre a peça que está passando, horários, preços, etc. Não preciso nem dizer que o GooooooogleMaps ajuda os navegantes do site a encontrar o teatro onde eles querem ir.

Mais completo que os anteriores, o Superfuture tem dicas de hotéis, lojas, bares, museus e até salões de beleza, tudo em um mapa simples e fácil de ler. Infelizmente os mapas estão disponíveis apenas para algumas cidades, como NY, Tókio, Amsterdam, Paris, Londres e outros grandes centros. Mas as dicas podem ser encontradas também para cidades menores, inclusive para o excelente sanduíche de filé com queijo do Cervantes, aqui no Rio.

airport.jpgNestes tempos de crise aérea e segurança redobrada nos aeroportos em todo o mundo, o site Frekfly oferece informações práticas sobre os aeroportos. Basta você colocar o aeroporto de saída e de chegada para saber o clima, a moeda local (e a taxa de conversão entre a moeda dos dois países), onde comer e se hospedar nas proximidades, além de fotos e, claro, a localização no GoooooooooogleMaps. Um serviço que também muito útil é o FlightAware, que monitora os vôos comerciais de todo o mundo de graça. Eu demorei um pouco para me entender com ele, talvez porque não tivesse um número de vôo específico para acompanhar, mas é só digitar a companhia aérea e o número do vôo, ou mesmo o nome dos aeroportos de origem e destino, para você ter os horários, se está atrasado, adiantado, cancelado.

E por último, para simplesmente ver imagens e saber mais sobre os lugares que você planeja visitar, o Geobeats oferece video travel guides gratuitos de diversas cidades do mundo inteiro.

Pronto… chega… conforme for me deparando com mais páginas interessantes, eu vou postando. Prometo fazer um só com links para páginas que falem sobre destinos nacionais.

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