passeios


Pois é… chegou a hora de dizer adeus a este blog aqui. Ele ficou pequeno para as minhas ideias mirabolantes. A vontade de ter uma área de vídeos, anúncios, incorporar isso, aquilo e organizar tudo de uma forma completamente diferente acabou me levando a sair do wordpress.com… e ir para o wordpress.org. Foram noites em claro quebrando a cabeça tentando desvendar aqueles códigos em html, php, css e sei lá o quê só para trocar a cor de uma simple fonte. Agora está tudo lá, e vocês podem conferir no meu novo domínio blogsemdestino.com. Alguns links ainda estão quebrados, algumas coisas ainda insistem em sair do lugar, mas isso é algo que ainda vai me levar um tempo até deixar 100%, e uma coisa que eu aprendi nesses meus anos de jornalismo é a “trocar o pneu com o carro andando”. Se ficarmos pensando muito, a ideia não sai do papel. Se tem algum post que voce gosta aqui, não se preocupe, ele já está lá… então, without further ado, visitem, aproveitem, leiam, comentem, critiquem (pero no mucho) e, principalmente, divirtam-se com o novo Sem Destino.

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Feriado de finados, 02 de novembro (ok, no vídeo eu coloquei 02/10, mas depois de exportar e fazer o upload, eu não vou mudar), sol, calor. Nada melhor do que um passeio de lancha, um mergulho e uma pescaria para se preparar para mais uma semana de labuta. A bordo do barco do amigo Jairo Venâncio, fui conhecer as Ilhas Tijucas, a pouco mais de um quilômetro da costa, e o interior do canal de Marapendi. Este não é um típico passeio turístico do Rio, com lanchas saindo a cada meia hora. Se você tem carta de arrais amador, pode alugar um jet-ski em uma das muitas empresas à beira do canal, ou convencer alguém a te levar em um barco, mas não é nada regular. Segue então um vídeozinho que serve mais para apreciar as belas imagens do que para se informar.

Para mais dicas sobre a cidade, visite o post Rio de Janeiro, o guia completo

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De lancha pela Barra da Tijuca

Relaxando no Great Lawn

Relaxando no Great Lawn

Nova York é a minha cidade preferida nos Estados Unidos, não é à toa que já fui para lá umas 7 vezes, sendo que em três dessas eu fiquei mais de um mês. Já fiz curso de inglês lá, já trabalhei, já passeei, e sempre que vou, independente do motivo, encontro novidades que me convencem de que valeu à pena voltar. Mas não adianta, o meu lugar favorito na Grande Maçã é o Central Park. Por isso evito ir à cidade no inverno, para poder cutir tudo o que o parque tem a oferecer.

Uma observação aqui: descobri que o monitor do meu computador novo é muito claro. Então, quando fui tratar as fotos, dei uma escurecida. Descobri aqi no trabalho, que as fotos ficam escuras dependendo do monitor.

Clique na foto para ampliar

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Um dos motivos dessa minha paixão pelo lugar está diretamente relacionado à sua história. Toda a região ali era um pântano, com muitas favelas. Não vou me alongar nisso, quem quiser saber mais, assista ao documentário ‘Descontruindo Nova York’, no Discovery Channel. Mas o fato é que tudo ali foi criado pelo homem: os lagos, as cachoeiras, as árvores (ok, elas não foram criadas… foram plantadas, mas vocês entenderam). A ideia era que, sempre que o visitante mirasse uma paisagem, ele se sentisse dentro de um quadro. O parque ficou pronto em 1873, após 13 anos de construção, e é impossível imaginar Nova York sem aquele pulmão verde bem no meio da cidade.

Clique na foto para ampliar

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Minha história de amor com o local começou em 1993, quando eu tinha apenas 15 anos e visitei a cidade pela primeira vez, para um curso de inglês de um mês e pouco. Passava tardes ali com meus amigos, jogando frisbee, futebol, ouvindo alguém tocando violão, assistindo aos shows do Summer Stage, ou simplesmente deitado naquela grama verde, pegando sol. O que os engenheiros, arquitetos e paisagistas fizeram realmente é impressionante. Dentro do Central Park você está em outro mundo. Não se vêem os prédios, não se escutam os carros e você nem percebe que está em uma das maiores metrópolis do planeta.

Isabela, fazendo pose

Isabela, fazendo pose

Voltei lá, claro, nesta minha viagem, e tirei um dia inteiro para passear pelas entranhas daquele monstro de 3,41 km2, que se extende da rua 59 à 110. Se você for para lá, faça o mesmo. Não adianta só andar pelo parque, tem que vivenciá-lo. Deitar na grama do Great Lawn, parar para tomar um refrigerante com hot dog apreciando um dos muitos lagos, parar para apreciar as pessoas, os artistas de rua e, principalmente, a bela paisagem. Para quem se empolgou, aqui vão algumas dicas:

Contraste entre o verde e a selva de pedra

Contraste entre o verde e a selva de pedra

Existe uma infinidade de maneiras de se conhecer o parque. Pode-se alugar uma bicicleta (cerca de USD 20 por duas horas. Desconto para reservas online) ou mesmo fazer um bike tour guiado (USD 45 adultos e USD 35 crianças. Reservas online têm desconto). Eu não recomento. As bicicletas podem andar apenas por algumas vias designadas do parque, e, assim, você deixa de conhecer as melhores partes. A mesma coisa vale para os bike-taxis  (conhecidos lá como ‘pedicabs’) , que oferecem tours de 2 a 4 horas, com valores que podem variar de USD 30 a 60. Os que ficam espalhados por dentro do parque são mais baratos. Evite os da Columbus Circle, em frente ao Plaza Hotel. Há ainda a opção do famos passeio de charrete, que custa por volta de USD 60 (também se concentram no Columbus Circle). Esse aí eu só recomendo se você estiver fazendo uma noite romântica com sua alma gêmea e quiser impressionar. Escolha uma noite mais fria, leve uma champagne e passeie aconchegado debaixo do cobertor quentinho. Fora isso, vá á pé! Leve um lanchinho para um piquenique em um dos gramados (recomendo o Great Lawn ou o Cheep Meadow) e uma máquina fotográfica com um cartão de memória bem robusto.

Bike Rental Central Park – https://www.bikerentalcentralpark.com/
Descontos para reservas online.
348 W 57th ST

Passeio de charrete

Passeio de charrete

As atrações espalhadas pelo parque são inúmeras, mas eu vou tentar enumerá-las aqui.

Teatro – Todo verão, a trupe do Joseph Papp Public Theater organiza um festival chamado ‘Sheakspeare in the park’, com peças gratuitas ao ar livre no Delacorte Theater. Mas outros autores também têm vez. Os ingressos, dois por pessoa, são distribuídos a partir de 13h nas bilheterias do teatro. As filas, porém, começam a se formar desde cedo. Se você quiser vivenciar essa experiência, dedique um dia inteiro da sua vida, a não ser que você conheça alguém que assine o material do Public Theater. Eles têm direito a comprar ingressos.

Vista do Belvedere Castle, com as arquibancadas do teatro. Clique para ampliar

Vista do Belvedere Castle, com as arquibancadas do teatro. Clique para ampliar

Shows – No meu primeiro dia em NY, Whitney Houston cantou, e desafinou feio, pelo que eu fiquei sabendo pelos jornais, no meio do Great Lawn. A Orquestra Filarmônica de NY faz diversos concertos no parque. As pessoas levam cestas enormes de piquenique, candelabros, pratos de porcelana, talheres de prata… imperdível. Fique ligado na programação de shows do parque. Quem sabe você não assiste à sua banda favorita no meu lugar favorito.

No verão, a City Park Foundation organiza o evento Summer Stage, onde diversos músicos dos mais variados estilos e países se apresentam. Eu já assisti a um show do Caetano Veloso lá (e acabei saindo na capa do NY Times, dançando no meio da multidão).
Localização: Rumsey Field, no meio do parque na altura da rua 70.
Entrada gratuita

Zoológico – A apenas alguns metros da 5ª Avenida, você vai encontrar um zoológico com mais de 130 espécies de animais, do casa de ursos polares Ida e Gus a pequenas formigas. Um passeio pelo local leva o visitante a conhecer uma variedade de habitats, todos cuidadosamente planejados para recriar as condições naturais de cada animal. No mesmo local há um zoo para crianças.
Localização: East Side, entre as ruas 63 e 66.
Horário de funcionamento: Abril a outubro – de segunda a sexta, de 10h às 17h. Fim de semana, até as 17h30m. Novembro a março – diariamente, de 10 às 16:30
Preços: Adultos – USD 10, Idosos – USD 7, Crianças de 3 a 12 anos – USD 5, e crianças abaixo de 3 anos – grátis.
Informaçõeshttp://www.centralparkzoo.com/

Rink de patinação / piscina – No verão, pessoas se refrescando em uma bela piscina pública. No inverno, um rink de patinação. Assim é a Lasker Pool & Rink. Na falta de uma praia, vale chegar lá para um mergulho, mas o melhor é no inverno, com dezenas de pessoas patinando.

Há ainda um outro rink de patinação no parque, o Wollman Rink. No verão, o gelo dá lugar a uma pista de cimento e os patins in line dominam a cena.

Lasker Poll & Rink
Localização: no centro do parque, entre as ruas 106 e 108.
Preços: a piscina é grátis, mas o patins no gelo custa USD 4 (adulto) e USD 2 (crianças), fora o aluguel do equipamento.
Horários: Patinação no gelo – de Novembro a março, diariamente; Piscina – a partir de 1º de julho até meados de setembro, diariamente, de 11h às 15h e de 16h às 19h.
Informações: 212-534-7639

Wollman Rink
Localização: East Side, entre as ruas 62 e 63.
Horários: segunda e terça, de 10h às 14:30; quarta e quinta, de 10 às 22; sexta e sábado, de 10 às 23; e domingos, de 10 às 21h. A patinação no gelo funciona de novembro a março.
Preços: de segunda a quinta – adultos, USD 10; crianças, USD 5.25. De sexta a sábado – adultos, USD 14; crianças, USD 5.50. Aluguel de patins, USD 6.
Informações: 212-439-6900

Loeb Boathouse

Loeb Boathouse

Restaurantes – espalhados pelo Central Park, há várias lanchonetes onde você pode comer alguma coisa rápida, mas os restaurantes mais conhecidos são o Tavern on the Green e o Loeb Boathouse. O Boathouse é um bom lugar para um jantar romântico, assistindo ao pôr do sol e vendo o vai-e-vem dos barquinhos. Dividido em restaurante, louge, cafe e bar & grill, oferece uma grande seleção de vinhos e uma variedade de carnes e peixes. Quem se empolgar, pode alugar um barco a remo ali mesmo. No verão, ainda é possível fazer passeios de gôndola.

O Tavern on the Green é um dos restaurantes mais conhecidos da cidade. No verão, o salão Crystal Garden recebe festas dançantes. O lugar é palco de grandes eventos e festas de casamento. Prepare-se para gastar bem.

Tavern on the Green –
Localização: West Side, entre as ruas 66 e 67.
Horários: Almoço – de segunda a sexta, das 12h às 15h; fins de semana, a partir das 11h. Jantar – de segunda a quinta, de 17h30m às 22h30m; sextas e sábados, das 17h às 11h45m. Brunch – sábados e domingos, às 10h.
Reservas: 212-873-3200
Site: http://www.tavernonthegreen.com/

Loeb Boathouse –
Localização: East Side, entre as ruas 74 e 75.
Horários: depende da área do restaurante, mas geralmente os horários vão de 9h (fast food) às 22h (restaurante)
aluguel de barcos: de abril a outubro, dependendo do tempo. Diariamente, de 10h às 17h. preço: USD 12 a primeira hora e USD 2.50 cada 15 minutos adicionais. USD 20 de deposito de segurança. Máximo de quatro pessoas por barco.
Passeios de gôndola: verão, de segunda a sexta, das 17h às 21h e sábados e domingos, das 14h às 21h. Preço: USD 30 por meia-hora.
Reservas: 212-517-2233
Site: http://www.thecentralparkboathouse.com/

Museus – Como ainda vou fazer um post só sobre este assunto, e este post já está gigante, não vou me alongar muito. Sete museus ficam dentro, ou nos arredores, do Central Park. São eles o Cooper-Hewitt, o Frick Collection, o Guggenhein, o Museu de História Natural, o Metropolitan Museum of Art, o NYC Museum e o Historical Society Museum.

Sculptures –

Sports – O Central Park oferece uma variedade de aparelhos e campos para a pratica de esportes. De uma simples corrida ou pedalada por suas ruas à campos de futebol, beisebol, quadras de tênis, vôlei e gramados para a prática de criquet e boliche (isso mesmo, boliche na grama). Ainda há vários programas com aulas de thai chi chuan, ioga e sei lá mais o quê. Dê uma olhada no mapa para descobrir onde praticar cada um dos esportes.

Crianças – Além do zoo para crianças, há diversos playgrounds espalhados pelo parque, um pequeno parque de diversões, teatro de marionetes, carrousel, isso e mais aqulio outro também. Vamos a algumas delas:

Teatro de Marionetes –
Localização: Sweedish Cottage, rua 79 com West Drive, ao sul do Delacorte Theater.
Horários: acho que só não rola em setembro. No verão, de segund a sexta, de 10h30m às 12h. Às quartas, há uma apresentação às 14h30m; e sábados e domingos, 13h.
Preços: adultos, USD 8; crianças, USD 5,
Reservas: 212-988-9093

Friedsam Memorial Carrousel –
Localização: rua 62, no meio do parque.
Horários: a partir de abril, de segunda a sexta, de 10h às 18h e sábados e domingos, de 10h às 19h. Inverno, de 10h até anoitecer.
Preço: cerca de USD 1.
Telefone: 212-879-0244

Alice no País das Maravilhas (Margarita Delacorte Memorial) –
Estátua em bronze com personagens do conto de Lewis Carrol
Localização: East Side, altura da rua 74.

Vista do parque de diversões Victorian Gardens

Vista do parque de diversões Victorian Gardens

Victorian Gardens (parque de diversões) –
No verão, o Wollmans Rink se transforma em um parque de diversões para crianças, com carrousels, montanhas-russa e todos os tipos de brincadeiras.

Pontos de interesse – Esculturas, chafarizes e até um castelo fazem parte do roteiro dos visitantes. Vou listar aqui alguns dos que mais gosto:

Belvedere Castle – Com uma vista de 360 graus do parque, bem ao lado do Delacorte Theater, há um castelo medieval, onde também funciona o Henry Luce Nature Observatory. Visitá-lo é imprescindível.
Localização: no meio do parque, na altura da rua 79.

Betheda Terrace

Betheda Terrace

Betheda Terrace and Fountain – Outra visita obrigatória. Um dos lugares mais visitados, fotografados e apreciados do parque. Cenário de diversos filmes de Holywood. Na parte de cima, uma bela vista do parque. Embaixo, um túnel ornamentado com padrões de cerâmica. Na parte baixa, há ainda um chafariz, onde se pode observar o vai-e-vem das pessoas.
Localização: no meio do parque, na altura da rua 72.

Pontes – um show à parte. Nenhuma ponte do parque é igual a outra. Em um passeio à pé, você vai passar por várias delas.

Lagos – também são vários, de norte a sul do parque. Alguns oferecem passeios de barco, outros, uma vista de tirar o fôlego. Cobrindo um oitavo da superfície do parque, o Central Park Reservoir, oficialmente chamado de Jaqueline Kennedy Onassis Reservoir, é o maior de todos.

Gramados – Cheep Meadow, North Meadow e Great Lawn são os maiores. Excelente lugar para fazer um piquenique e simplesmente deitar e relaxar na grama verde e fofa.

The Mall – Um caminho cercado de árvores, ao sul do Betheda Terrace, onde se podem ver diversas esculturas.

Bom, pelo tamanho do post, vocês devem ter notado o quanto eu gosto do parque. Deixei de listar muitos lugares interessantes, mas vou parar por aqui, senão acabo escrevendo um livro. A minha maior dica porém é: tire um dia inteiro e simplesmente caminhe pelo parque, com um mapa na mão para não se perder.

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Os Maias

Os Maias

Este eh o meu post de despedida de Cancun, ainda sem os malditos acentos. Prometo que, a partir de amanha, coloco ate crase. Mas hoje ainda nao vai rolar. O fato de este serem as ultimas linhas que escrevo diretamente do Caribe nao quer dizer que nao falarei mais sobre isso aqui. Guardei muitas historias, fotos e ainda tenho os videos para editar, entao voces ainda vao ouvir falar muito sobre essa parte do Mexico.

Falando no pais, hoje visitei um lugar que me tirou muitas duvidas que eu nao tinha sobre esse lugar. Descobri que os Mayas inventaram o futebol (bundobol para ser mais preciso, mas o principio eh o mesmo), o hoquei (onde, na versao deles, se usa uma bola pegando fogo) e sei la mais o que. O fato eh que, como tudo o que se foi encontrado sobre essa cultura eh passivel de interpretacao, o pessoal do parque Xcaret, a Disneylandia Maia do Caribe, resolveu soltar a imaginacao. Nesse caso, melhor para nos, que podemos viajar junto com eles.

Bungee jump Maia

Bungee jump Maia

O Parque eh muito rico em atracoes aquaticas, com passeios com golfinhos, tubaroes e arraias. Aqui, em vez dos famosos lazy rivers, ha cavernas alagadas que se pode percorrer de snorkel. Gostei muito da ideia e foi a primeira coisa que fiz logo ao chegar. A entrada no parque, sem direito a nada, esta em cerca de R$ 200, mas voce tem que alugar nadadeiras, mascara e snorkel, pagar um armario e fazer uma das atracoes pagas. Sim, porque sem elas, o parque nao tem graca. Para dar uma ideia, o mergulho com os tubaroes lixa que eu fiz custaria uns USD 50, se eu estivesse pagando. Sim, porque como voces ja devem saber by now, Pedro Serra viajou a convite da Royal Holiday. Bom, com tudo isso, a brincadeira pode sair um pouco cara e soh vale mesmo a pena se voce estiver com alguns dias (e dinheiro) sobrando. Caso contrario, gaste o pouco que voce tem fazendo mergulhos, conhecendo as praias e outras coisas que podem sair mais em conta para o seu bolso.

Tribo dos papacu-rasteiro

Tribo dos papacu-rasteiro

Nao ha como negar, porem, que o lugar eh muito bonito e organizado. Os shows de cultura mexicana tambem agradam bastante. Principalmente o de encerramento, um passeio pela historia dos Mayas x Espanhois (que ia muito bem, inclusive com imagens fortes de uma cruz sendo fincada em cima de ruinas da civilizacao antiga) ate que colocaram os invasores e os nativos se abracando em uma grande festa. Deve ser um final alternativo de algum DVD de historia que eu ainda nao vi. Depois desse deslize, o passeio passa a ser cultural, com demonstracoes de musica e danca das diferentes regioes do Mexico. Destaque para os figurinos, muito bem produzidos, e para os (muitos) artistas que fazem o espetaculo de duas horas de duracao passar rapidinho (ok, nem tao rapido assim. Duas horas eh muito tempo de cultura mexicana na cabeca. Podiam ter tirado uma meia horinha ai).

Como imagens falam mais do que mil palavras, vamos as fotos.

Ararinhas na entrada

Ararinhas na entrada

Los cantantes

Los cantantes

A verdadeira comida mexicana

A verdadeira comida mexicana

Salva-vidas torto, coqueiro torto

Salva-vidas torto, coqueiro torto

Voces sabem o que eh isso??? Eh um palo ensebado...

Voces sabem o que eh isso??? Eh um palo ensebado...

..."Sube con ganas, e baja com cuidado"

..."Sube con ganas, e baja com cuidado"

Playa

Playa

Playa emoldurada

Playa emoldurada

Entrada para as cavernas alagadas

Entrada para as cavernas alagadas

Lizard

Lizard

Loja de souvenirs

Loja de souvenirs

Os assassinos do ritmo

Os assassinos do ritmo

Familia Maia

Familia Maia

Um pouco de danca mexicana

Um pouco de danca mexicana

Carrossel Maia

Carrossel Maia

Carnaval mexicano

Carnaval mexicano

 

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Buseando en Cancun

Buceando en Cancun

Estava com medo de vir a Cancun e sair daqui sem mergulhar. Entao hoje, quando todos olharam para um lado, eu fugi para o outro e corri ate achar a operadora mais proxima. Infelizmente, nao consegui ir aos Cenotes, um conjunto de cavernas que fica a duas horas daqui e sobre o qual eu prometo falar em outro post, mas consegui fazer um bom mergulho, com uma boa equipe e ainda levei umas fotos de quebra… praticamente um book subaqu’atico.  Antes de partir para a aventura, porem, levei um tempo para aprender a falar a palavra mergulho em espanhol. Para quem ficou curisoso, o nome eh ‘bucear’. Como podem notar, continuo usando o computador do hotel, onde nao ha acentos. Tudo bem, do jeito que eu estou cansado, eh menos uma coisa para me preocupar.

Mergulhamos em Punta Cancun, um parque nacional marinho com um belo recife de corais e uns 10 locais de mergulho. Os pontos escolhidos foram El Tunel e La Herradura, mergulhos faceis, de ate 20 metros de profundidade, pouca correnteza e, o melhor de tudo, agua morna. Nada como mergulhar sem roupa de neoprene. Confesso que o primeiro mergulho deixou um pouco a desejar, com pouca vida marinha e pouco tempo de fundo, pois um colega americano resolveu gastar todo o seu cilindro em apenas 10 minutos de  e ficar usando o ar dos outros. O segundo, porem, foi tudo o que eu esperava. Boa visibilidade, muita vida marinha, com barracudas, cardumes dos mais variados peixes e pequenas fendas nas rochas para explorar. No total, acabei gastando um pouco mais de dinheiro, pois contratei um personal ‘photographer’, mas ficou no mesmo patamar dos mergulhos no Brasil. Foram USD 65 pelo mergulho, USD 5 da taxa do parque e USD 50 pelo meu ‘underwater book’. Estou acostumado com os equipamentos da Mares que o pessoal da Xdivers usa, e realmente achei estranho ter que vestir aquelas nadadeiras de borracha preta do tempo do Jacques Cousteau, mas nada que estragasse meu dia.

Vou deixar as fotos falarem por si. Todas foram tiradas Javier Sandoval, da Sea Zoom

O briefing

O briefing

Leia tambem o post da Lucia Malla sobre a tartaruga que veio desovar em frente ao quarto do nosso hotel. Clique aqui.

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Farol

Farol

Escrevi este post inteiro ontem… mas o WordPress saiu do ar e eu perdi tudo. É como dizem, só Jesus salva. O jeito é escrever tudo de novo. O pior é que o post tinha ficado bom, e a segunda vez nunca nunca é igual a primeira, mas não vamos chorar sobre o leite derramado. Vou falar aqui sobre uma viagem que está na minha lista há algum tempo, desde que eu li a excelente matéria do colega de trabalho e companheiro de mergulhos Marcos Pernambuco, publicada no caderno Boa Viagem, d´O Globo.  O destino é Abrolhos, um arquipélago localizado a 109 quilômetros da costa sul da Bahia, onde se pode mergulhar com baleias Jubarte, explorar naufrágios e curtir a natureza, tudo isso dentro de um barco recheado de mergulhadores animados em um live aboard de três dias. Como eu nunca fui, deixo aqui as palavras do Pernambuco sobre o lugar:

“Passar três dias num arquipélago a 60 milhas náuticas (109 quilômetros) do continente, onde o celular não pega e os únicos sons são os da natureza, não é privilégio apenas de aventureiros. Em um ‘live aboard’, você pode curtir uma embarcação que é um pequeno hotel flutuante, no qual o luxo não está nas dependências, e sim na paisagem que as emoldura: Abrolhos, no Sul da Bahia. Mas não espere praias com areias intermináveis e cervejinha gelada. Quem faz esse passeio de barco procura intenso contato com a natureza. São mergulhadores os mais fiéis frequentadores destas embarcações, que podem ficar de três a 15 dias percorrendo as quatro ilhas do primeiro parque nacional marinho da América do Sul, criado há 25 anos. Mas não são os únicos. Também há programas mais simples, como fazer snorkel e desembarcar numa das ilhas que encantaram Charles Darwin.

 Pouca gente sabe que Abrolhos não é mais só para excursões de mergulhadores. É permitido desembarcar na Ilha de Santa Bárbara, a mais bonita do arquipélago, com uma boa faixa de areia para ser aproveitada. Basta combinar com a empresa de live aboard que faz o passeio, e eles solicitam autorização à Marinha. É possível visitar o farol, fazer caminhadas, observar aves e ver o ritual (uma tradição por ali) de acendimento do farol no pôr-do-sol, em frente a espelhos com alcance de 32 milhas náuticas (5,8 quilômetros)”.
Clique aqui para ler a matéria na íntegra

A Xdivers, operadora de mergulho dos amigos Rodrigo Figueiredo e Flávio Olivier, está organizando uma saída para esse paraíso em outubro. Faço aqui uma propaganda da empresa não só porque sou amigo dos caras, mas também pelo trabalho que eles fazem, sempre com uma atenção especial aos mergulhadores e equipamentos novinhos em folha, tudo da marca italiana Mares. Como eu não poderei ir, já que meu rico dinheirinho já está empenhado em uma viagem a Cancun e Estados Unidos em setembro, deixo aqui a dica na esperança de que algum leitor se empolgue, vá, curta e depois deixe aqui o seu relato.

A saída do Rio de Janeiro está programada para o dia nove de outubro, sexta-feira, às 16h, com retorno no dia 13, terça-feira. Lembrando que dia 12 é feriado de Nossa Senhora Aparecida. A viagem até a Bahia é feita em ônibus leito, com TV, DVD e frigobar. Chegando lá, são três dias dentro de um confortável barco com capacidade para 15 mergulhadores. No pacote estão incluídos transporte, comida e bebida não alcoólicas, três mergulhos por dia, lastro e cilindro. Vou deixar o Rodrigo explicar um pouco mais o roteiro:

 

 

 

Titan

Titan

“Teremos os mergulhos tradicionais de abrolhos nos chapeirões, naufrágio Rosalinda, naufrágio do Guadiana e o recém descoberto naufrágio do Santa Catharina, que afundou em 1914 e tem 106 metros de comprimento. E se engana quem pensa que essa é uma viagem estritamente para mergulhadores; o passeio é um dos mais bonitos do Brasil, o arquipélago conta com aves belíssimas e uma vida marinha que nem se faz necessário usar cilindro para ser surpreendido com o tamanho e a variedade dos peixes! Já da superfície se tem uma grande mostra. Ficaremos embarcados num dos mais tradicionais Live-Aboards do Brasil, o barco TITAN, com capacidade para 15 mergulhadores e sua respectivas “traquitanas fotográficas”.

 

 

 

Arquipélago de Abrolhos

Arquipélago de Abrolhos

 

Para quem pensa em levar acompanhantes que não mergulham, uma boa notícia. Fazendo snorkeling, passeando pela ílhas ou apenas tostando no sol, o pessoal que prefere ficar acima da linha d´água não deixa de se divertir.

Saiba mais sobre a viagem

Leia a matéria do Marcos Pernambuco

Veja o relato do instrutor Flávio Olivier sobre a última viagem a Abrolhos

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camboriu1Na falta de neve, trenó de montanha… Um teleférico para apreciar a belíssima vista das praias de Balneário Camboriú já seria uma excelente idéia, mas o pessoal do Parque Unipraias resolveu ir além e construiu um trenó de montanha radical, com uma descida de 710 metros por um trajeto sinuoso cortando a mata atlântica. O carrinho, para duas pessoas, é guiado por trilhos e pode atingir velocidades de até 60 km/h. Se você preferir curtir o passeio à adrenalina, há um sistema de freios que pode ser acionado pelo próprio condutor.

A atração, batizada de Youhooo!, comemora os dez anos de fundação do Parque Unipraias, um complexo turístico de 85 mil metros quadrados onde você também pode praticar arvorismo e caminhar por passarelas ecológicas. O brinquedo custou aos cofres do Unipraias a bagatela de R$ 3,5 milhões. A subida conta com três estações interligadas por 47 bondinhos com capacidade para seis pessoas. Para descer, gritando youhooo!!!!, são 30 trenós fabricados pela empresa alemã Wiegand.

Quem vai gostar da novidade é a amiga blogueira Carol Wieser, catarinense de nascença e que adora quando nós falamos do estado natal dela.

Aproveitei que estava escrevendo sobre teleféricos para dar uma pesquisada em outros pelo Brasil. As opções são muitas. Não preciso nem falar do Pão de Açucar, um dos mais famosos do mundo, então vamos a eles:

Campos do Jordão

Campos do Jordão

Campos do Jordão – SP
Achei um site dizendo que foi o primeiro teleférico turístico do Brasil, mas como não achei a data de inauguração e não confirmei a informação, não vou dar certeza. O passeio de 600 m da Vila Capivari ao Morro do Elefante dura 10 minutos e é feito em cadeirinhas individuais. O valor é de R$ 8,00 por viagem.

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canelaCanela – RS
São 830 metros de viagem em cadeirinhas para uma ou duas pessoas. A volta dura aproximadamente 20 minutos, e os visitantes podem desembarcar nos mirantes com vista para o Cânion da Cascata e o Vale da Lageana. Na descida, tem-se uma visão frontal da Cascata do Caracol, que eu não conheço pessoalmente mas dizem ser belíssima. O ingresso para o Parque do Caracol com direito ao passeio fica em R$ 16,00. Se você tem medo de altura e quiser apenas visitar o parque, vai desembolsar R$ 5,00.

Desde os meus posts sobre os problemas nos cruzeiros marítimos este ano, tenho evitado falar em acidentes. Mas o fato é que em novembro de 2008 aconteceu um no teleférico de Canelas onde oito pessoas ficaram feridas quando as cadeirinhas descarrilharam. Quem quiser, clique aqui para ler a reportagem.

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alpen_parkTambém em canela fica o Alpen Park, até então o único parque brasileiro com trenós de montanha. A pista tem 950 metros e funciona do mesmo jeito que a de Balneário Camboriú, com trilhos e sistema de freios para os mais calminhos. Para retornar ao ponto de partida, em vez de um teleférico, há um sistema de içamento do próprio carrinho. O preço fica em R$ 14,00 por pessoa ou R$ 23,00 em trenó duplo. O parque oferece ainda tirolesa, arvorismo, escalada e passeios de quadriciculo.

saovicenteSão Vicente – SP
Ligando a Praia do Itararé ao Morro do Voturuá, o passeio tem 750 metros de extensão, chegando a uma altura de 180 metros. Do mirante pode-se ver toda a Praia do Itararé, a Ilha Porchat e a Praia do José Menino, em Santos. O ingresso custa R$ 10,00.

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Friburgo

Friburgo

Friburgo – RJ
O pessoal de Friburgo se gaba de ter o maior teleférico de cadeirinha do país. São 850 metros de comprimento emum percurso feito em dois estágios. No primeiro mirante, a 160 metros, é possível desfrutar de uma boa infraestrutura de hotel, com restaurante, boliche e parque infantil. No segundo, o chamado Mirante do Morro da Cruz, a 460 metros de altura, a atração fica por conta da vista para a cidade e a serra de Friburgo.

O favorito
Como bom carioca, nem preciso dizer que o bondinho do Pão de Açucar é o melhor e o mais bonito. então, como ele é hors concours, vamos falar do teleférico de Montjuïc, em Barcelona.

Teleférico de Montjuïc

Teleférico de Montjuïc

O percurso atravessa o porto de Barcelona, desde a Torre de San Sebástian, em Barceloneta, até o mirante de Miramar, no morro de Montjuïc (Monte Judeu em catalão), a 173 metros de altura, onde está localizado o castelo de Montjuïc, com o seu museu militar. O passeio dura em torno de 10 minutos e custa 6 Euros. A atração foi construida em 1929 para a exposição mundial e sofreu uma grande renovação em 2004, com carros mais modernos e mais rápidos (para mim, eles poderiam ser mais devagar, porque a vista lá de cima é de tirar o fôlego). Em Montjuïc fica também um dos meus lugares favoritos de Barça, a Font Màgica… lá também fica o Jardim Botânico, o Palau Nacional, o Estadi Olímpic e a Fundação Juan Miró, um dos meus artistas favoritos… Pois é, me empolguei. Acho que eu vou ter que fazer um post só sobre a cidade para falar tudo isso e matar um pouco das saudades.

Quer saber sobre o megateleférico de Cape Town… então leia esse post aqui

Se você já tem medo de entrar em um bondinho, então melhor nem ver esse vídeo:

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