hotéis


Pois é… chegou a hora de dizer adeus a este blog aqui. Ele ficou pequeno para as minhas ideias mirabolantes. A vontade de ter uma área de vídeos, anúncios, incorporar isso, aquilo e organizar tudo de uma forma completamente diferente acabou me levando a sair do wordpress.com… e ir para o wordpress.org. Foram noites em claro quebrando a cabeça tentando desvendar aqueles códigos em html, php, css e sei lá o quê só para trocar a cor de uma simple fonte. Agora está tudo lá, e vocês podem conferir no meu novo domínio blogsemdestino.com. Alguns links ainda estão quebrados, algumas coisas ainda insistem em sair do lugar, mas isso é algo que ainda vai me levar um tempo até deixar 100%, e uma coisa que eu aprendi nesses meus anos de jornalismo é a “trocar o pneu com o carro andando”. Se ficarmos pensando muito, a ideia não sai do papel. Se tem algum post que voce gosta aqui, não se preocupe, ele já está lá… então, without further ado, visitem, aproveitem, leiam, comentem, critiquem (pero no mucho) e, principalmente, divirtam-se com o novo Sem Destino.

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Se você está pensando em visitar Nova York entre janeiro e fevereiro, aí vai uma dica para você economizar alguns dolares. Com 200 promoções no cardápio, o Real Deal Winter, da organização de marketing e turismo NYC & Company, incluem entradas de atrações no esquema 2-por-1, créditos de US$ 50 em hotéis e descontos de 50% em estadias nas noites de domingo. Também há promoções em entradas de tearos, circos, tours… e até consultas médicas. Para usufruir, basta entrar no site escolher o programa e imprimir um voucher. Se você for fazer a reserva por telefone, há um código da promoção na página.
Confira abaixo algumas das promoções:
Atrações –
Madame Tussauds – compra uma entrada, leva outra.
Bronx Zoo – 50% de desconto na entrada de criança com a compra de uma de adulto.
The Jewish Museum – 50% de desconto.
Empire State Observatory – 50% de desconto no mapa
City Pass – passe com entrada para seis principais atrações de NY (Empire State, Museu de História Natural, Guggenheim, Metropolitan, MoMA e Cruseiro para a Estátua da Liberdade e Ellis Island) – Compre US$ 140 em tickets por US$ 79 e fure as filas.
Restaurantes
Angus McIndoe Restaurant e B.Smith’s restaurant segundo prato com 50% de desconto.
Russian Tea Room – Compre um buffet de caviar e ganhe 50% de desconto no segundo.
Noite –
The Bubble Louge  – Compre uma taça de champagne e gnhe 50% de desconto na outra.
Comix – 50% de deconto na entrada
Hotéis – em diversos hotéis, como o InterContinental New York Barclay e o SoHo Grand Hotel, fique um mínimo de duas noites (tendo chegado entre quinta e sábado) e ganhe um crédito de US$ 50 em comida e bebida e US$ 50 de crédito para usar em estadia em julho ou agosto de 2010.

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Cara de bunda no aeroporto da Cidade do México

Cara de bunda no aeroporto da Cidade do México

Uma saga que começou antes de ontem e só vai terminar amanhã. Ao final, terão sido 640 quilômetros de carro, sete cidades, cinco aviões, dois hotéis e mais de 70 horas nesta minha volta para casa. Tudo começou às 6 da matina (pacific time) de segunda-feira, com a nossa saída de San Francisco. Chegamos às 15h em LA, devolvemos o carro e fomos para o Hilton, aproveitar a nossa diária a USD 59, pechincha conseguida via Hotwire. Como estávamos sem carro, resolvemos comer alguma coisa por lá mesmo, o que acabou sendo a nossa derrota. O que economizamos na diária, gastamos na comida, que nem era lá essas coisas. No dia seguinte, me despedi da Isabela (a senhora minha patroa) para seguir o meu caminho. Ela iria pegar um voo um pouco mais tarde, saindo do
LAX para o Rio, com escalas em Washington e Sampa.

Jantando no Hilton

Jantando no Hilton

O meu roteiro era um pouco mais complicado. Como havia ganho uma passagem da Royal Holiday para os meus dias em Cancun, encaixei a minha ida aos EUA nesta passagem. Economizei alguns tostões, mas, em compensação, a tarefa de chegar em casa está sendo hercúlea. Do LAX, segui para Dallas e, de lá, para Cancún, onde a Royal Holiday guardou aquele quartinho com hidro que vocês viram nos posts anteriores para que eu pudesse desestressar. Cheguei em Cancún e vi que alugar um carro sairia mais barato do que pagar o traslado aeroporto/hotel/aeroporto, e ainda ia ficar com um veículo à disposição caso conseguisse vencer o cansaço.Poderia até ter curtido um pouco a minha estada na cidade, afinal dia 15 é a independência do México e havia muitas festas pela cidade. Infelizmente a única coisa que consegui fazer foi dormir. Também não estava me sentindo bem e cheguei a ter uma pressão baixa no voo de LA para Dallas. Como não sou bobo, aproveitei para deitar um pouco nas confortáveis poltronas da primeira classe e tirar uma casquinha. Logo os `simpáticos` comissários de bordo da American Airlines me mandaram sair, mas aí eu já tinha melhorado e voltei para a poltrona mais apertada que eu já vi em toda a minha vida.

Ahhh... o mar de Cancún

Ahhh... o mar de Cancún

Acordei em Cancún com o barulinho daquele mar que a amiga Lúcia Malla descreve como verde ciano. Um passeio, um mergulinho e já estava na hora de fazer o check out e começar tudo de novo. Antes de chegar ao aeroporto, um pit-stop para comprar umas lembrancinhas do México para a família. Devolvi o carro, comi no Burguer King (Whopper con queso) e peguei o voo. Ainda bem que era um Fokker 100… o avião é pequeno, mas geralmente a configuração de assentos é mais confortável. Eu tenho também uma coisa boa: avião é como sonífero para mim. é só eu entrar naquele negócio e, antes mesmo de decolar, os olhos já vão fechando. Tenho insônia em tudo quanto é lugar, menos em avião.

Agora é hora… 10h30m e já estão chamando o meu voo. Ainda vou dar uma passadinha em São Paulo antes de chegar em casa, e isso é uma das coisas que eu mais odeio. Ter que passar na frente de casa para deixar outras pessoas e depois voltar. Mas tudo bem, agora falta pouco.

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Leia outros posts sobre destinos nos Estados Unidos:

Central Park, NY – O guia completo

De Venice a Santa Monica em duas rodas

A Odisséia de Pedro – de SF ao RJ em quatro dias

Cenas americanas – de NY a Monterrey em 15 fotos

Wi-fi no avião – postando a 30 mil pés de altitude

O reino mágico de Walt Disney

Washington – descobrindo o centro do poder americano

Gettysburg – descobrindo um campo de batalha

Cancun by night

Cancun by night

É à noite, quando tudo fica silencioso, vazio e tranquilo, que eu gosto de tirar fotos em um hotel.  Assim, ninguém passa na frente da câmera, os funcionários não pertubam e eu não corro o risco de ser confundido com um paparazzo, ou mesmo um tarado.  À noite, também é possível observar a natureza com mais facilidade, seja na tartaruga que vem até a praia para desovar, ou no casal copulando na piscina, como vocês vão ver nas fotos que posto agora, tiradas nos hotéis Cancun Caribe Park Royal Grand e Park Royal, ambos da Royal Holiday. Para quem achou que esse post era sobre as boites e a vida noturna de lá, eu peço desculpas. Fazia tanta coisa que, no fim do dia, só pensava em dormir, além disso, fui em baixa temporada e a cidade não estava muito cheia.

Vista do hotel Park Royal

Vista do hotel Park Royal

Daniela Cicarelli versão mexicana

Daniela Cicarelli versão mexicana

Passeio pelo Cancun Caribe

Passeio pelo Cancun Caribe

Piscina vazia

Piscina vazia

Ângulo diferente

Ângulo diferente

Tartaruga
Tartaruga

Tenho que fazer um adendo aqui… fiquei impressionado com a agilidade do pessoal do hotel assim que soube da chegada da tartaruga cabeçuda aí ao lado (cabeçuda é a espécie, e não apelido). Eles tiraram todos que estavam fotografando, isolaram a área, mandaram desligar todos os refletores de luz próximo ao local e ativaram as autoridades. Perguntei ao segurança o que seria feito, e ele disse que assim que ela terminasse de colocar os ovos, uma equipe ia tirá-los da areia, limpar e levar para um centro de proteção, mais ou menos como um Projeto Tamar aqui no Brasil. Gostei de ver que, mesmo em um lugar com tanta gente e tantos hotéis, é possível respeitar e conviver pacificamente com a natureza ao redor.

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Bienvenidos a Cancun
Bienvenidos a Cancun

Ap’os uma longa peregrina’cao, finalmente cheguei a Cancun. Infelizmente a minha mala resolveu nao me acompanhar e preferiu pegar um outro voo. O resultado foi que cheguei ao paraiso, mas nao tive como desfruta-lo.  Fica um pouco dificil voce mergulhar de calca jeans e camiseta, ou entao pelado em uma praia nao-nudista. Antes de continuar, um adendo: estou sem acentos neste computador, mas isso voces ja devem ter notado… Duas coisas me salvaram aqui. Primeiramente, o belo trabalho do pessoal da Royal Holiday, que saiu correndo para descobrir onde estava a minha bagagem e a dos companheiros blogueiros Ricardo e Sheila, que tambem ficaram a ver navios. Em segundo lugar veio o quarto que me deram no Cancun Caribe Park Royal Grand (soh o nome ja eh imponente). Realmente nao tinha as 115 toalhas brancas que eu pedi, mas eles compensaram colocando uma Jacuzzi na varanda, bem em frente a um dos mais verdes mares que eu ja vi. Como estou com tempo contado no computador, vou apenas colocar algumas fotos. Mas ja fiquem sabendo que o final da historia com a mala eh feliz…

Para quem esta acostumado a albergues, isso aqui eh o paraiso…

Vista do meu quarto

Vista do meu quarto

A outra varanda, com hidromassagem

A outra varanda, com hidromassagem

Close na hidro

Close na hidro

Uma das piscinas

Uma das piscinas

Como estava sem a mala, sai para comprar uma bermuda e uma camiseta e, no caminho, me deparei com belos restaurantes e uma exposicao de carros antigos.

Lagostas

Lagostas

 


Para amanha, ja programei um mergulho nos recifes e um passeio pela cidade. Espero ter um pouco mais de tempo para postar com mais calma.

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Ser fiel vale a pena. Pelo menos é isso que eu penso sempre que consigo viajar usando minhas milhagens.  Para quem viaja muito, saber que a cada três ou quatro vezes que você voar por uma companhia aérea vai conseguir uma outra passagem é um estimulo.  Pesquisando preços de hotéis e vantagens para a minha próxima viagem, vi que, além de ser fiel na poltrona de um avião, vale a pena ser fiel também traz vantagens na cama… de um hotel.

Os programas de fidelidade de grandes redes de hotéis vêm ganhando cada vez mais espaço no Brasil. O sistema pode ser igual ao das companhias aéreas, com troca de pontos por vantagens, ou funcionar mais como um clube: você paga uma taxa de adesão, uma anuidade e pode usufruir de diárias e descontos nos hotéis da rede, dependendo aí da data, do tempo de permanência e tal. Cada empresa possui um modelo diferente. Grandes redes hoteleiras, como Marriot e Accor, viram nos clubes de férias uma oportunidade de aumentar a taxa de ocupação e manter os clientes fieis às suas confortáveis camas.

Uma observação aqui: achei algumas reclamações de um lado e elogios aos programas de outro. O fato é que, se você não estudar bem o que cada um oferece e verificar se ele atende às suas necessidades, pode acabar achando que não vale a pena. Veja bem o que cada empresa oferece, se realmente você vai conseguir usufruir de todos os benefícios do programa e se os hotéis oferecidos pela empresa ficam dentro dos seus roteiros de viagem. Conversei com meu amigo Roberto, agente da Rio Travel, que confirmou isso. Segundo ele, as vantagens estão lá e são reais, basta saber usar da maneira correta.

Royal Holiday – A empresa possui mais de 2 mil associados no Brasil e mais de 78 mil em todo o mundo.  Os principais destinos dos associados da Royal Holiday são as belas praias mexicanas de Cancun e Cozumel, mas os membros têm à disposição mais de 180 destinos em 52 países, além de 3 mil rotas de cruzeiro pelos sete mares. No Brasil, os membros podem usufruir de hospedagens que vão dos hotéris da rede Othon a charmosas pousadas em Búzios. O objetivo é “brindar benefícios através de grandes descontos ou roteiros que permitam aos sócios economizar nas viagens.” A associação funciona no esquema de anuidade e dá direito a hospedagens, descontos em tarifas aéreas e aluguel de automóveis, agência de viagem exclusiva etc.

Veja os hotéis da Royal Holiday em Cancun:

Marriot – A americana Marriott, que em 1984 criou o Marriott Vacation Club, possui 30 milhões de associados em todo o mundo e disponibiliza mais de 300 hotéis em 22 países. Os associados ao Marriott Rewards acumulam pontos a cada dólar gasto nos hotéis do grupo. Pontos que podem ser trocados por hospedagens, aluguel de carro, passagens aéreas etc. Mas, segundo 0 vice-presidente de relacionamento com o cliente da Marriott International, Bob Behrens, 90% das trocas são feitas em hospedagem e 10% em bilhetes .

Accor – Segundo o executivo Emanuel Baudart, de cada três hóspedes dos hotéis do grupo, um é associado ao programa de fidelidade. Ele está convencido que o brasileiro viaja “muito mais do que o europeu” e, por isso, a empresa vem oferecendo desde março o programa AClub por aqui. Os hóspedes podem resgatar pontos em hotéis de nove marcas do grupo (Sofitel, Pullman, MGallery, Novotel, Mercure, Suitehotel, Ibis, All Season e Accor Thalassa), somando mais de dois mil estabelecimentos em dezenas de países, e trocá-los por hospedagem ou por milhas de companhias aéreas parceiras.

Exclusive Resorts – esse é para quem tem dinheiro sobrando e não fica satisfeito com apenas uma suite presidencial. O número de associados aqui é bem menor, apenas 3 mil, mas também, quem é que pode pagar uma inscrição que vai de US$ 40 mil a US$ 120 mil e ainda desembolsar anualmente algo entre US$ 14 mil e US$ 60 mil? O diferencial aqui é o tipo de hospedagem: mais de 350 residências de luxo distribuídas por Europa, EUA, Costa Rica, México, Argentina e Tailândia.

Veja o vídeo de apresentação da Exclusive Resorts

Hyatt: Aceita qualquer data do ano para troca de pontos por reserva-prêmio, que pode ser feita para qualquer categoria de apartamento, de acordo com o saldo acumulado. Os pontos são acumulados com os gastos feitos nos 735 hotéis e resorts Hyatt em 44 países em todo o mundo, e podem ser revertidos em milhas para uso em mais de 30 empresas parceiras.

IHG: Os pontos acumulados no programa não expiram e podem ser convertidos em produtos, certificados de compras e milhas para mais de 40 companhias aéreas, além de aluguel de carros. O programa permite ainda a transferência e compra de pontos. A inscrição é gratuita e pode ser feita pelo site ou nas recepções dos hotéis das bandeiras IHG, que no Brasil são InterContinental, Crowne Plaza, Holiday Inn, Holiday Inn Express e Staybridge Suites.

Starwood: Com a promessa de acesso aos hotéis da rede sem restrição de datas, cada membro acumula pontos de acordo com a estada que podem ser trocados por noites extras grátis, milhas em companhias aéreas, acesso a lounges vips, upgrades e outros benefícios. O grupo Starwood reúne as redes Le Meridien, Four Points, Westin, The Luxury Collection, aloft, Sheraton, Element, St. Regis e W Hotels.

Sol Melia: O programa contempla hospedagens grátis, aluguel de carros, passagens aéreas e outros produtos.

Bristol: Para cada R$ 1 gasto em hospedagem (diárias), será atribuído um ponto Price Free ao cartão do titular. Os pontos são convertidos conforme a tabela de valores para alta e baixa temporada nos hotéis da rede Bristol. Além da pontuação por hospedagem, o programa dá benefícios ao hóspede frequente, como acúmulo de pontos; 15 minutos de business center gratuitos; early check-in às 10h e late check-out às 14h. A rede Bristol tem 21 hotéis no Brasil.

Golden Tulip: O acúmulo de pontos é computado de acordo com o valor gasto (diferenciado para euros, dólares e libras esterlinas). O programa permite a troca de pontos por itens que vão além de milhas e hospedagem, tais como presentes, eletrônicos, casa, cozinha, viagens, experiências. A Rede Golden Tulip no Brasil fez uma parceria com a loja virtual Submarino, para que os clientes troquem seus vouchers por produtos no site. A Golden Tulip reúne 12 unidades no Brasil.

Hotelaria Brasil: Cada diária paga dá direito a crédito de no mínimo dez pontos.  Hotelaria Brasil administra bandeiras próprias como Matiz (3 e 4 estrelas) e bandeiras internacionais como Best Western e Sol Inn, do grupo Sol Melia.

Fonte: Jornal O Globo, Revista Isto É e sites das empresas.

Que tal passar a noite deitado sobre uma cama de gelo instalada em um quarto onde as temperaturas podem chegar a –5 graus? Se interessou? Pois é, tem maluco para tudo…

 

Hotéis de Gelo

Hotéis de Gelo

Separei aqui alguns dos mais famosos hotéis de gelo e neve. Nos primeiros, fiz questão de falar mais sobre a infra-estrutura e os serviços oferecidos para vocês terem uma ideia melhor do que é se hospedar em um hotel de gelo. Mais para o final, coloquei apenas uma pequena descrição, pois todos oferecem mais ou menos a mesma coisa: hospedagem, bar, restaurante, sauna, capela, galeria de arte e instalações aquecidas. Para visitar as páginas dos hotéis, basta clicar no nome deles.

Ante de vermos os hotéis, um quadrinho com dicas de como se vestir para aguentar temperaturas de até -6 graus:

Como se vestir em um hotel de gelo

Como se vestir em um hotel de gelo

 

Ice Hotel – Jukkasjärvi, Suécia

 

Começamos com o pioneiro Icehotel, que inspirou todos os outros. Localizado no Rio Torne, em Jukkasjärvi, Suécia, o hotel teve o seu começo em 1990 como um grande salão de exposição de arte em forma de iglu. Os visitantes, porém, começaram a passar a noite dentro do salão protegidos por casacos de pele e sacos-de-dormir. A moda pegou e, para a temporada seguinte, os organizadores resolveram criar um lodge para hospedar os visitantes. A cada ano, 5 mil toneladas de gelo são retiradas do rio Torne para dar vida a este monumento à água em estado sólido, que mereceu o título de uma das sete maravilhas da Suécia.

 

Ice Hotel

Ice Hotel

Com quase 20 anos de existência, o Icehotel cresceu e apresenta quartos luxuosos, um bar onde até os copos são de gelo e até uma igreja, onde são celebrados casamentos e missas. O hotel fica aberto à visitação do público durante o dia e fecha às 18h para a entrada dos hóspedes que vão passar a noite. As malas são deixadas na portaria e guardadas em uma área aquecida. Banheiros e quartos para trocar de roupa também são aquecidos. Os hóspedes dormem em sacos de dormir cobertos com um colchão e pele de rena.

 

Para os que não conseguem agüentar o frio da noite, o Icehostel oferece chalés e lodges aquecidos. Eles inclusive recomendam que você intercale acomodações frias e quentes, ficando o primeiro dia no hotel de gelo e desfrutando o resto da estadia relaxando em um quarto mais quentinho.

 

Ice sculpture

Ice sculpture

Um pacote de três dias saindo de Londres sai por 970 Libras, ou uns R$ 3 mil, incluindo parte aérea, traslados, uma noite no hotel de gelo e duas em quarto aquecido. Clique aqui para conferir os preços.

 

 

 

 

Lapônia, na Finlândia, além de ser a casa de Papai Noel, parece ser também a terra das construções de neve. Nada menos do que três complexos turísticos feitos de nada mais do que água congelada povoam a paisagem desta fria região do norte.

 

 

Lumi Linna - SnowCastle of Kemi

Lumi Linna - SnowCastle of Kemi

LummiLinna – Lapônia, Finlândia

 

LummiLinna, o castelo de gelo da cidade de Kemi, localizado no Golfo de Bothnia, é um complexo turístico com um hotel de 18 quartos, lounge aquecido, capela, restaurante e galeria de arte com esculturas de gelo. Contruido pela primeira vez em 1996, a área coberta pelo castelo tem variado de 13 mil a 20 mil metros quadrados, com uma construção de três andares. A torre mais alta construída tinha 20 metros de altura e a muralha mais longa, 1.000 metros.

 

Kemi restaurant

Kemi restaurant

A entrada para conhecer as instalações fica em 7 Euros. Para se hospedar no hotel, um quarto doublé sai por 130 Euros por pessoa. No restaurante, um ‘banquete real’, com uma sopa de entrada, um rosbife com batatas de prato principal e um chocolate quente de sobremesa, sai por 43 Euros. O hotel fecha em 12 de abril.

 

Clique aqui para fazer um tour virtual

 

 

 

 

 

Lainio SnowVillage – Lapônia, Finlândia

 

Todo ano, cerca de mil caminhões cheios de neve são usados para criar esse complexo de 7.500 metros quadrados. No hotel da SnowVillage, as temperaturas ficam entre 0 e –5 graus, mas os hóspedes podem desfrutar de um porão aquecido, com sauna , banheiros, lareira e alguns quartos. Enquanto no IceBar você desfruta de um drink quente em copo de gelo, no restaurante Lainio Krouvi você conhece a culinária local em um ambiente aquecido.

 Os preços ficam em 180 Euros por pessoa em quarto single.

 

 

Igloo Village Kakslautanen – Lapônia, Finlândia

 

O hotel Kakslautanen é um pouco diferente dos outros, além de funcionar durante todo o ano, com chalés e restaurantes em estruturas fixas, a estrutura montadas para o inverno são individuais… pequenos iglus feitos de gelo ou vidro.

 

Igloo Village

Igloo Village

Enquanto do lado de fora as temperaturas podem chegar a –32 graus, dentro do iglu o hóspede fica ‘quentinho’ a, no máximo, -6 graus. As pequenas construções podem abrigar de 1 a 5 pessoas (quanto mais gente, mais quente). Para começar a manhã, há uma sauna dentro da vila, de onde, por um buraco no chão, pode-se mergulhar no rio gelado.

 

Igloos de vidro

Igloos de vidro

Quem preferir se hospedar no iglu de vidro, poderá desfrutar da vista para as luzes do norte e uma noite estrelada. Aqui, a temperatura fica acima de zero, graças aos vidros térmicos que protegem o hóspede.  Quem está hospedado no gelo e quiser apreciar a vista sem sentir frio, há ainda uma pirâmide de vidro de oito metros de altura bem no meio da.

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Hôtel de Glace – Quebec, Canadá

 

Há uns 10 quilômetros da cidade de Quebec fica o primeiro e único hotel de gelo das américas. Em sua primeira versão, em 2000, eram apenas 22 camas. Agora, já são 85, todas cobertas com pele de veado. Apenas os banheiros são aquecidos.

Hotel de Glace

Hotel de Glace

Para construir a estrutura, são usadas 5 mil toneladas de gelo e 15 mil de neve, formando arcos de até 6 metros sobre os quartos.

O hotel fica dentro do Duchesnay Winter Resort e, além da hospedagem, tem uma boate (N´Ice Club), um café, um escorrega de 15 metros e uma capela.

 

Faça um tour virtual pelo hotel

 

 

Bâlea Lake Ice Hotel – Transilvânia, Romênia

 

Em 2006 foi construído o primeiro hotel de gelo do leste europeu. Incrustado nas montanhas Făgăraş, na Transilvânia, terra do famoso conde Drácula, a uma altitude de 2.034 metros, o Bâlea Lake Ice Hotel só é acessível através de teleféricos. A construção não é tão vultosa quanto as anteriores, apenas 10 quartos e uma pequena capela.

Ice Hotel Balea

Ice Hotel Balea

 Noruega

Bjorli Ice Lodge – Bjorli, Noruega

Localizado em uma reserva natural no norte da Noruega, uma das principais atrações deste hotel de gelo é a natureza. Uma das recomendações feitas aos visitantes que têm sono leve é a de levar earplugs, para evitarem ser acordados pelo barulho do gelo estalando e dos lobos uivando à noite.

O preço para três dias, sendo um no hotel de gelo e dois em uma suite quentinha no Bjorligard Hotel fica em R$ 3,6 mil reais.

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Kirkenes Snow Hotel – Kirkenes, Noruega

O Korkenes foi construido pelo mesmo arquiteto responsável pelo Lainio Snow Village e traz todas as atrações do seu irmão: capela, quartos, bar, neve e muito gelo.  As diárias começam em 150 Euros por pessoa.

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Alta Igloo Hotel – Alta, Noruega

Com uma área de 2 mil metros quadrados, o hotel oferece aos visitantes 30 quartos (com temperaturas de até -6 graus), bar, restaurante, capela e sauna.

O preço de um pacote de pernoite fica em R$ 750, com jantar, hospedagem, sauna, café da manhã e traslado.

 

Alta Igloo

Alta Igloo

Leia os outros posts da série ‘Lugares diferentes’

‘Lugares diferentes: restaurantes onde a comida não é a atração principal’

‘Lugares diferentes: para quem não tem medo de altura’

‘Albergues diferentes: do gigante dos céus aos cubículos de Londres’

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