Cara de bunda no aeroporto da Cidade do México

Cara de bunda no aeroporto da Cidade do México

Uma saga que começou antes de ontem e só vai terminar amanhã. Ao final, terão sido 640 quilômetros de carro, sete cidades, cinco aviões, dois hotéis e mais de 70 horas nesta minha volta para casa. Tudo começou às 6 da matina (pacific time) de segunda-feira, com a nossa saída de San Francisco. Chegamos às 15h em LA, devolvemos o carro e fomos para o Hilton, aproveitar a nossa diária a USD 59, pechincha conseguida via Hotwire. Como estávamos sem carro, resolvemos comer alguma coisa por lá mesmo, o que acabou sendo a nossa derrota. O que economizamos na diária, gastamos na comida, que nem era lá essas coisas. No dia seguinte, me despedi da Isabela (a senhora minha patroa) para seguir o meu caminho. Ela iria pegar um voo um pouco mais tarde, saindo do
LAX para o Rio, com escalas em Washington e Sampa.

Jantando no Hilton

Jantando no Hilton

O meu roteiro era um pouco mais complicado. Como havia ganho uma passagem da Royal Holiday para os meus dias em Cancun, encaixei a minha ida aos EUA nesta passagem. Economizei alguns tostões, mas, em compensação, a tarefa de chegar em casa está sendo hercúlea. Do LAX, segui para Dallas e, de lá, para Cancún, onde a Royal Holiday guardou aquele quartinho com hidro que vocês viram nos posts anteriores para que eu pudesse desestressar. Cheguei em Cancún e vi que alugar um carro sairia mais barato do que pagar o traslado aeroporto/hotel/aeroporto, e ainda ia ficar com um veículo à disposição caso conseguisse vencer o cansaço.Poderia até ter curtido um pouco a minha estada na cidade, afinal dia 15 é a independência do México e havia muitas festas pela cidade. Infelizmente a única coisa que consegui fazer foi dormir. Também não estava me sentindo bem e cheguei a ter uma pressão baixa no voo de LA para Dallas. Como não sou bobo, aproveitei para deitar um pouco nas confortáveis poltronas da primeira classe e tirar uma casquinha. Logo os `simpáticos` comissários de bordo da American Airlines me mandaram sair, mas aí eu já tinha melhorado e voltei para a poltrona mais apertada que eu já vi em toda a minha vida.

Ahhh... o mar de Cancún

Ahhh... o mar de Cancún

Acordei em Cancún com o barulinho daquele mar que a amiga Lúcia Malla descreve como verde ciano. Um passeio, um mergulinho e já estava na hora de fazer o check out e começar tudo de novo. Antes de chegar ao aeroporto, um pit-stop para comprar umas lembrancinhas do México para a família. Devolvi o carro, comi no Burguer King (Whopper con queso) e peguei o voo. Ainda bem que era um Fokker 100… o avião é pequeno, mas geralmente a configuração de assentos é mais confortável. Eu tenho também uma coisa boa: avião é como sonífero para mim. é só eu entrar naquele negócio e, antes mesmo de decolar, os olhos já vão fechando. Tenho insônia em tudo quanto é lugar, menos em avião.

Agora é hora… 10h30m e já estão chamando o meu voo. Ainda vou dar uma passadinha em São Paulo antes de chegar em casa, e isso é uma das coisas que eu mais odeio. Ter que passar na frente de casa para deixar outras pessoas e depois voltar. Mas tudo bem, agora falta pouco.

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