Pois é… chegou a hora de dizer adeus a este blog aqui. Ele ficou pequeno para as minhas ideias mirabolantes. A vontade de ter uma área de vídeos, anúncios, incorporar isso, aquilo e organizar tudo de uma forma completamente diferente acabou me levando a sair do wordpress.com… e ir para o wordpress.org. Foram noites em claro quebrando a cabeça tentando desvendar aqueles códigos em html, php, css e sei lá o quê só para trocar a cor de uma simple fonte. Agora está tudo lá, e vocês podem conferir no meu novo domínio blogsemdestino.com. Alguns links ainda estão quebrados, algumas coisas ainda insistem em sair do lugar, mas isso é algo que ainda vai me levar um tempo até deixar 100%, e uma coisa que eu aprendi nesses meus anos de jornalismo é a “trocar o pneu com o carro andando”. Se ficarmos pensando muito, a ideia não sai do papel. Se tem algum post que voce gosta aqui, não se preocupe, ele já está lá… então, without further ado, visitem, aproveitem, leiam, comentem, critiquem (pero no mucho) e, principalmente, divirtam-se com o novo Sem Destino.

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ESTE BLOG MUDOU-SE PARA BLOGSEMDESTINO.COM

Paes com vendedores de mate - Foto: Fabiano Rocha / Extra

Paes com vendedores de mate - Foto: Fabiano Rocha / Extra

Quem ler o meu guia completo do Rio de Janeiro, vai ver que é obrigatório para todo o turista (e local também) tomar um mate de tonel na praia. Junto com o biscoito Globo, a bebida é uma tradição da nossa orla. Pois o nosso prefeito havia decidido banir esse nosso costume, sob a alegação de que os vendedores não tinham cuidado na preparação da bebida e que ingerí-la poderia ser prejudicial para a nossa saúde. Bom, em um ponto ele tem razão… realmente não fazemos a mínima ideia do que tem dentro daqueles toneis. Já vi vendedor misturando dentro de balde. Mas, em vez de proibir, que é o caminho mais fácil, a prefeitura deveria fiscalizar.

Ontem, porém, nosso prefeito marketeiro sucumbiu. Após um excelente trabalho do repórter Antero Gomes, do Extra, acompanhando os vendedores na praia, a fiscalização, as reclamações, Eduardo Paes recebeu três vendedores na sede da prefeitura e resolveu liberar geral. Os vendedores, que na praia continuavam vendendo o mate gritando “olha aí o proibidão do Paes”, sairam felizes da reunião e tiraram fotos com o prefeito.

Confira abaixo o texto do repórter Antero Gomes no Extra:

“Olha aí o liberadão”. Esse é o grito que os vendedores de mate em tonel prometem adotar a partir desta sexta-feira para anunciar a volta definitiva da bebida às areias do Rio. Em tom de comemoração, a frase é reflexo de uma resolução tomada pelo prefeito Eduardo Paes ontem, que decidiu dar um choque de bom senso ao “Choque de Ordem” que impera na cidade. Paes anunciou o fim da repressão à erva diluída que tanto sucesso faz há gerações. Em vez de proibição, haverá fiscalização de qualidade.

Para selar a paz, houve até brinde entre Paes e ambulantes no gabinete do prefeito. Nada de champanhe e taças de vidro na comemoração. Como não poderia deixar de ser, o tim tim foi feito com copos descartáveis e mate com limão tirado direto das torneirinhas metálicas. Paes foi servido por um dos vendedores mais antigos da orla, Francisco Alves, de 51 anos, sucesso entre os clientes de Copacabana há 36 anos. Bruno, como Francisco é conhecido, foi acompanhado por outros dois colegas de areia.

— Ninguém vai falar mais “olha o proibidão do Paes”. Agora, vamos falar “olha o liberadão” — disse o ambulante Heleno Cândido, de 40 anos, que, em dezembro, migrou de Ipanema, onde a repressão já tinha começado, para a praia de Copacabana, onde a proibição chegaria este mês.

Empolgado, Paes prometeu colocar na parede do gabinete a foto tirada ao lado dos ambulantes descalços e posou para os flashes carregando nos ombros os tambores, de óculos escuros. No fim, confessou:

— Já tomei muito mate nessa vida. Pode chamar de mate do prefeito, agora. Se alguém encher o saco de vocês pode dizer que eu mandei liberar.

Clique aqui para assistir ao vídeo

Está com o físico em dia e quer curtir o carnaval em cima de um carro alegórico? A Império Serrano está selecionando homens (negros, brancos, amarelos, azuis e verdes de bolinhas rosas) para compor o carro Cais e Mercado. A Verde e Branco este ano faz uma homenagem a João do Rio, cronista que escrevia sobre o cotidiano da cidade. Quem quiser fazer um teste para ser um dos sarados do carro, é só entrar em contato com Paulo Santi nos telefones (21)2235-2319 e 9987-6723.

Como, infelizmente, ainda não tive a oportunidade de passar o réveillon em Florianópolis, mandei emails para meus fiéis leitores do Sem Destino perguntando como foi a festa por lá. A minha grata surpresa veio no email do amigo André Varanda, que deu uma de correspondente de guerra e me mandou um texto completo que vocês conferem a seguir:

“Pode-se dizer que o reveillon de Florianópolis é dividido em duas partes – a primeira, famílias e pessoas mais velhas que vão até a Avenida Beira-mar curtir a queima de fogos na ponte Hercílio Luz e a segunda parte de jovens e pessoas que estão procurando agitação, que se dirigem a praia de Jurerê Internacional.

Ao contrário das expectativas Jurerê não estava completamente parada e com transito caótico. Era possível trafegar em 15 ou 20 minutos desde a saída na estrada até encontrar um lugar para parar o carro. Claro, as ruas estavam tomadas por pessoas e carros, o que fazia as vagas mais próximas à praia estarem esgotadas. O ponto positivo é que em qualquer lugar que se fosse parar o carro, nenhum flanelinha (guardador de carros) era encontrado.

Já na areia a praia estava completamente lotada, em uma rápida caminhada desde o Parador 12 (P12) até o club Taikô, foi possível constatar este fato. Pessoas com tendas de camping ocupavam os espaços mais privilegiados da praia, restando aos “foliões” que estavam “a pé”, as partes mais próximas ao mar.

Com certeza em toda a extensão de 2 km da praia o club Taikô comandava de longe a festa. As pessoas se aglomeravam em volta ao club que retribuía com um grande som eletrônico animando o pessoal. Dentro do club era possível ver muitas pessoas famosas. A bagatela para curtir o club Taikô naquela hora era de R$1.200. ´

O Parador 12 por sua vez, até meados de meia noite coloca um som mais baixo, quase inaudível  as pessoas da praia. Não ficando muito atrás o Parador colocava o preço na porta de R$1.000 para quem quisesse adentrar o club naquele momento.

A queima de fogos em Jurerê Internacional, fica por conta de alguns grupos de pessoas, não existe uma queima oficial, então cabe aos mais empolgados fazerem suas próprias baterias de fogos.

Por volta da 01:00 da manhã, as pessoas começam a evacuar o local e dirigir-se a suas próprias festas (Reveillon Boutique, Shine, Pacha, El Divino, etc.). A festa que compareci foi a Pacha.

Sem muito transito e maiores problemas para chegar ao local, foi constatado que o estacionamento estava parcialmente alagado, devido às chuvas daquela tarde. Fazendo com que em medida de emergência, novas vagas de carros fossem abertas, o que causou um pouco de confusão para se parar o carro.

A festa em si, nada a reclamar, open bar de respeito como prometido. O mais surpreendente foi à eficiência no bar, fazendo com que as pessoas não ficassem nem cinco minutos para pegar suas bebidas. Ao contrario por exemplo do P12, alguns dias antes, que sofria com os bares lotados e com poucos funcionários no atendimento.

Muita gente bonita, um som que apesar de não contar com nenhum DJ renomado, não deixou a desejar ao que por exemplo tocava no Taikô horas antes. Enfim, dinheiro bem gasto.

Após a saída do club Pacha por volta das 06:30 da manhã, resolvemos ver qual era o estado da praia em Jurerê Internacional. Encontramos o Taikô e P12 fechados, ao contrario do Café de La Musique que ainda estava em tempos de fim de festa. A praia estava suja, mas dentro das expectativas. Um batalhão de limpeza fez seu trabalho em pouco tempo, deixando em poucas horas a praia praticamente limpa novamente.

Em resumo pode-se dizer que o Reveillon de Florianópolis agrada gregos, troianos, romanos, turcos, etc. Aos que gostam de agitação, opções ao longo de toda a Ilha não faltam, seja esta dentro de um club ou com os pés na areia. Já para aqueles que gostavam de ficar mais tranqüilos, o centro oferece boas opções, com bares e restaurantes funcionando. Alem é claro da tradicional queima de fogos”.

Como sempre que faço os posts sobre o réveillon vejo um monte de gente me perguntando sobre essa ou aquela festa, resolvi já me preparar para próxima virada e perguntar aos meus fiéis leitores espalhados pelo Brasil como foi a virada deles. Assim, com as opiniões já postadas aqui no Sem Destino, vai ficar mais fácil você se decidir em qual festa vai passar a virada para 2011. Sei que ainda falta muito tempo, mas, quando chegar novembro, dezembro, vocês vão me agradecer. Separei as opiniões por estado, aproveitando para jogar no meio algumas histórinhas engraçadas que acabei colhendo nos meus contatos com os amigos do Sem Destino. Lembrando que, para não ficar com um post de 2km, dei uma cortada em alguns textos, mas sem alterar nenhuma palavra. Conforme for recebendo mais comentários e fotos, vou postando aqui. Se você quiser participar, mande um email para djpedroserra@gmail.com.

Rio de Janeiro –

 
 
 
Camila (esq.) no MAM

Camila (esq.) no MAM

MAM – Camila Azevedo saiu lá de Natal, no Rio Grande do Norte, e não queria se meter em furada. Escolheu a festa no MAM e saiu satisfeita:

“Passei o reveillon no MAM e sem dúvida foi a melhor escolha que fiz… ambiente maravilhoso, pessoas bonitas, muitos ambientes com vários estilos de músicas, buffet perfeito, banheiros limpos, as bebidas estavam maravilhosas conforme combinado… não faltou nada… tudo funcionou muito bem. Ou seja, para quem está atrás de comodidade e praticidade vá para esse réveillon que com certeza não se arrependerá”.

Hotel Intercontinental – Sem uma boa alma que me mandasse comentários sobre a festa no Intercontinental, recorri ao meu colega de redação Edgard Maciel de Sá para contar como foi o evento. Lembrando da cara dele de satisfação no plantão do dia 1º (sim, nós estávamos trabalhando, firmes e fortes… mais fortes do que firmes), já sabia que seriam palavras de elogio:
“Fui pela primeira vez à festa do hotel Intercontinental, o Réveillon Carioca, e gostei muito do evento. O espaço do hotel é bem grande e, apesar de bem cheio, não estava difícil de se movimentar pelos ambientes da festa. A distribuição de bebidas também era eficiente, com garçons circulando e bares onde era possível se servir em poucos minutos. Eram dois salões com músicas. Um com DJ e um som mais techno e o ambiente principal, com um palco, que começou com DJ e depois teve Ivo Meirelles com a bateria da Mangueira e MC Marcinho. Na hora da virada, a maioria dos presentes saiu do hotel para ver os fogos na Praia de São Conrado. Em outro ambiente do hotel, funcionava o restaurante, com jantar (entre 0h30 e 3h30) e café da manhã (das 4h às 8h)”.
 
 

 

Costa Brava – Quem escolheu o réveillon do Costa Brava parece não ter saído muito satisfeito. Uma pena, pois o clube é ótimo e eu já fui a grandes festas lá. A organização realmente deve ter se esmerado em fazer besteira. Os comentários foram os piores possíveis, a ponto de o leitor Jonnas, que levou a namorada gaúcha e oito amigos de Sampa para a festa, pensar em entrar na Justiça:

“Fiz uma propaganda enorme sobre o visual, festa open bar com Absolut e Red Bull… simplesmente meia noite e quinze já nao tinha energético no bar da piscina. O pior nem foi isso, em alguns bares encontrava-se red bull mas sob o encanto de uma vodca chamada OROSTOFF. Foram 650 reais, meus e de minha namorada, jogados no lixo. Passei raiva até para conseguir um copo de água pra ver o sol nascer… Me senti feito de otário e isso não acaba aqui. Vou tomar algumas medidas judiciais”.

Vanessa Andrade reclamou também da falta de mesas e do estacionamento:

“NUNCA aqui no Rio estive em uma festa tão ruim!! Já começou errado. Chegamos às 19:40 hs e ficamos rodando para tentar estacionar. Uma fila enorme nos esperava do lado de fora. Quando entrei (20:50hs), SUPRESA! Não tinha mesa. Uma amiga minha estava com a mãe que não podia ficar muito tempo em pé. A “organizadora” pediu que nos levantássemos porque o “evento” não foi feito para ficarmos sentados e que não colocaram mesas porque neste caso não caberia a metada das pessoas que estavam lá. Em outras palavras “O FOCO É DINHEIRO!!” Para piorar a comida foi um horror, a bebida acabou antes da hora, o café da manhã não existiu( tinha suco quente e NADA para comer)”.

Já o Thiago também reclamou do buffet e do estacionamento, mas acabou se divertindo mesmo assim:

“Logo que cheguei tive problemas, prometeram estacionamento, cheguei por volta das 21:00 e simplesmente falaram que eu só poderia colocar o carro em outro estacionamento. Lá em baixo, e voltar de van, que cobrava pela subida. Passando essa prova, entramos. A festa em si estava muito boa, não tenho o que reclamar de bebidas nem do primeiro buffet, agora, por volta das 3:00 o buffet estava horrível, uma fila gigantesca, que cheguei a ponto de desistir. Na balança geral o saldo foi positivo. Mesmo com esses dois problemas, gostei da festa”.

Riocentro – Mais uma festa que não recebeu boas avaliações dos leitores do Sem Destino. Segundo a colaboradoa Bruna Natal, por uma estranha coincidência este evento foi produzido pelo mesmo pessoal que organizou o réveillon do Costa Brava…

Bruna flagrou a briga por um copo de bebida

Bruna flagrou a briga por um copo de bebida

“A festa que acabei indo – e me arrependendo profundamente – foi a do Riocentro. Tudo péssimo!!!  A comida muito aquém da prometida. Tinham pouquíssimas variações – bem diferente do que foi ofertado. Bebida? Até 24:30h (cheguei na festa às 23h) eu só havia conseguido beber 1 copo de cerveja e super quente, porque o lugar onde pegava a bebida as pessoas estavam tentando se matar. Lá pelas 1:30h as pessoas que conseguiram sobreviver à seca já conseguiam pegar cerveja sem se matar. Aí tava até menos quente. Refrigerante? Só 1 copo a noite toda. Espumante? Acho que nem Sidra deve ser tão ruim. Os garçons que serviam as bebidas (dentro do tal bar) às vezes se reuniam num canto, ficavam rindo e não atendiam ninguém com a galera gritando.
 
Banheiro feminino é sempre um horror… Mas 4 cabines (além daqueles imundos banheiros químicos que não tive coragem de ir) para cerca de 800 mulheres é simplesmente sem cometários. Mas tudo bem, como quase não conseguia pegar bebida e a gente suava bastante, não precisava ir tanto ao banheiro.  Saí quase 2h e o Jorge Ben Jor que tava programado para começar à 1h nem tinha aparecido”.

Por aí – Quem não se aventurou pelas (caras) festas pagas, parece ter passado um réveillon mais tranquilo, como é o caso da Ana Rosa, que achou uma solução simples em cima da hora:

“Decidimos às 21:00 do dia 31!!! Eu não gosto de “muvuca” e minha família é grande (ou seja, tudo muito caro)… Assim, queríamos algo tranquilo e mais barato. Acabamos passando em um dos quiosques da Lagoa Rodrigo de Freitas. Foi ótimo, tinha DJ animado, vimos os fogos de longe, e depois ficamos dançando e as crianças brincando. Muito bom mesmo. Grata surpresa e solução melhor do que a encomenda”.

Débora Fridman optou pelas areias de Copacabana, seu marido teve a câmera roubada, mas ela não pareceu se importar, maravilhada que estava com os fogos:

“No final das contas, como as festas estava muito caras, acabei indo pra copacabana mesmo. Sai de ipanema e fui andando até a altura da Paula Freitas, tudo bem tranquilo. Quanto mais perto de Copa, maior a quantidade de gente, parecia procissão, mas todo mundo num clima muito legal. Nãao vi aquela poluiçãao de ambulantes pelo caminho. Chegando a Copa, muuuuuito cheio.. mas dava pra andar tranquilamente. Infelizmente, nossa camera foi roubada. Estava no bolso do meu marido e, quando fomos ver, ela tinha sumido. Apesar disso, achei bem calmo, um clima ameno, não tinha aquelas pessoas só na espreita de você dar bobeira e te assaltarem. Os fogos… MARAVILHOSOS!!!!! INDISCRITÍVEL!!!!

Angra dos Reis e Ilha Grande realmente são lugares lindos. Lembro dos excelentes mergulhos que já fiz por lá, das festas que fui, os passeios de barco… então foi com muita tristeza que eu vi as manchetes do dia 1º, dando conta dos deslizamentos de terra, soterramentos, mortes. Geralmente deixo este tipo de assunto para os jornais, e me atenho a falar dos pontos positivos dos destinos turísticos, mas dessa vez me senti compelido a escrever algumas linhas sobre o assunto. A ideia do post é lembrar que você pode ajudar, mesmo estando muito longe.

Uma das formas é através de doações. A prefeitura de Angra abriu uma conta bancária para quem quiser depositar qualquer quantia. O número da conta é 74500-6, da agência 0460-X, Banco do Brasil, Angra dos Reis. Para doações de roupas e alimentos, você pode entrar em contato direto com a prefeitura para verificar formas de entrega nos telefones (24) 3377-6406, 3365-4588 e 3377-7869.

Redes sociais no apoio às vítimas

A ideia surgiu enquanto as informações dos mortos e desaparecidos passavam na TV e a publicitária Cristiana Soares (@cristalk) conversava no Twitter. Surgiu então o Projeto Enchentes, que já tem um blog no ar, dezenas de colaboradores e promete centralizar serviços para aqueles que querem ajudar e para quem precisa de ajuda. Enquanto eu faço este post, um mar de pessoas que nunca se viu na vida está colocando no ar o site, cada um dando a sua colaboração, o que prova que não precisa de muito para você participar de algo que vá trazer benefícios para os outros.

O réveillon mal acabou e já vamos falar do carnaval… de São Paulo. Pois é, não é só Rio de Janeiro e Salvador que têm folia, não. A Terra da Garoa, além dos desfiles das escolas de samba, tem uma programação animada de blocos carnavalescos.

Confira a programação:

Banda Bantantã – 5 de fevereiro, sexta-feira

O bloco desfila pelo Butatã, na Zona Oeste, às 21h, mas a concentração começa bem mais cedo, às 16h, na esquina da Avenida Waldemar Ferreira com Rua Desembargador Armando Fairbanks.

A Banda Bantantã foi fundada em 1979 por funcionários da Universidade de São Paulo (USP) frequentadores dos bares da Avenida Waldemar Ferreira.

Percurso: Rua Desembargador Armando Fairbanks, Av. Vital Brasil, Rua Estevão Lopes, Rua Gaspar Moreira, Praça Monte Castelo, Rua Romão Gomes e Av. Lopes, Rua Gaspar Moreira, Praça Monte Castelo, Rua Romão Gomes e volta para a Av. Waldemar Ferreira. O bloco faz duas vezes o mesmo percurso.

Banda do Candinho – 10 de fevereiro, quarta-feira

O percurso passa pelas ruas da Bela Vista e do Bixiga, no Centro. A concentração começa às 17h, na esquina das ruas Santo Antônio e 13 de Maio, no Bixiga. O desfile deve começar por volta das 21h.

A Banda do Candinho foi fundada em 1981 e tinha como objetivo divulgar a festa pré-carnavalesca de São Paulo. Um dos destaques da banda é o show de mulatas.

Percurso: Rua Santo Antônio, Rua Martinho Prado, Rua Martins Fontes, Rua da Consolação, Rua Xavier de Toledo, Praça Ramos de Azevedo, Teatro Municipal, Rua Conselheiro Crispiniano, Largo do Paissandu, Av. São João, Av. Ipiranga, Praça da República, Av. São Luiz, Viaduto 9 de Julho e Rua Santo Antônio até a esquina da Rua 13 de Maio.

Banda Grone´s – 07 de fevereiro, domingo

A concentração começa às 13h na Rua Dr. Saturnino Vilalba, na altura da Praça Lions, de onde o bloco parte, por volta das 16h, para o seu percurso pelas ruas do Tremembé, Zona Norte.

Chamado de Grêmio Cultural e Esportivo Grone’s, o bloco desfila há nove anos pelas ruas do Tremembé, mas durante todo o ano mistura futebol e samba em um casamento animado.

Percurso: Rua Dr. Saturnino Vilalba, Rua Mártires Armênios, Rua Georgi Michel Atlas, Rua Alcindo Bueno de Assis e Rua Lavinia Pacheco e Silva.

Banda Redonda – 08 de fevereiro, segunda-feira

Os foliões se concentram a partir das 19h no encontro das ruas Theodoro Baima e da Consolação com a Avenida Ipiranga. O desfile começa às 21h.

A Banda Redonda completa 31 anos de existência no início de 2010. foi fundada por atores e profissionais de teatro e cinema e costuma desfilar toda segunda-feira que antecede o carnaval.

Percurso: Rua Theodoro Baima, Rua da Consolação, Rua Xavier de Toledo, Praça Ramos de Azevedo, Teatro Municipal, Rua Conselheiro Crispiniano, Largo do Paissandu, Av. São João, Av. Ipiranga, Praça da República e Rua Theodoro Baima.

Bloco Classe A – 06 de fevereiro, sábado

O desfile pelas ruas da Barra Funda, Centro, está marcado para as 15h, mas a concentração começa ao meio-dia em frente ao número 295 da Rua Souza Lima.

Fundado em 1979, o bloco Classe A nasceu nas proximidades da Praça Marechal Deodoro, na região central, em um terreno baldio onde os moradores jogavam bola. O Classe A nasceu como time, mas como os jogadores gostavam de samba, resolveram criar o bloco carnavalesco.

Percurso: Rua Souza Lima, Rua Barra Funda, Alameda Eduardo Prado, Praça Marechal Deodoro, Rua General Olímpio da Silveira, Rua Mário de Andrade, Rua Lopes Chaves, Rua Camaragibe, Rua João de Barros, Rua Brigadeiro Galvão, Rua Conselheiro Brotero, Rua Barra Funda e Rua Souza Lima.

Bloco da Ressaca – 06 de fevereiro – sábado

O bloco desfila pelas ruas do Cambuci, entre a região central e a Zona Sul. A saída está marcada para as 16h30m, e a concentração, no Largo do cambuci, para as 14h.

O Bloco da Ressaca foi criado em 1984 por um grupo de amigos que costumavam frequentar um tradicional restaurante do bairro. Desde então, o bloco sai no sábado que antecede o carnaval e leva fantasias feitas pelos próprios participantes. Em 2010, a organização espera reunir uma banda com 40 metais e uma bateria com 50 percussionistas.

Percurso: Largo do Cambuci, Rua Luiz Gama, Rua Cesário Ramalho, Rua dos Alpes, Rua Gerônimo de Albuquerque, Rua Barão de Jaguará, Rua Silveira da Motta, Rua Justo Azambuja e Rua Lavapés até o Largo do Cambuci.

Banda do Trem Elétrico – 12 de fevereiro, sexta-feira

O bloco da Banda do Trem elétrico vai desfilar a partir das 21h pelo bairro da Consolação, no Centro. A concentração será às 19h na Rua Augusta com a Rua Luiz Coelho, próximo à estação Consolação do Metrô.

A banda foi fundada em 1981 por metroviários que costumavam se reunir na área de lazer do pátio do estacionamento do metrô Jabaquara, na Zona Sul de São Paulo. Com a chegada de mais funcionários, amigos e simpatizantes da banda, a agremiação carnavalesca cresceu e passou a desfilar pelo centro de São Paulo. Após o desfile, os participantes pegam um ônibus fretado e vão continuar a festa na Quadra dos Metroviários, no Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo.

Percurso: Rua Augusta, Rua Martins Fontes, Rua Xavier de Toledo e Praça Ramos de Azevedo.

Bloco Umes Caras Pintadas – 11 de fevereiro – quinta-feira

É o bloco oficial da União Municipal dos Estudantes Secundaristas de São Paulo (UMES SP). O desfile percorre algumas ruas dos bairros da Bela Vista e do Bixiga, na região central de São Paulo. Em 2010, o desfile começará às 19h da quinta-feira, dia 11 de fevereiro. A concentração será às 17h, no número 323 da Rua Rui Barbosa.

O bloco foi fundado em 1994 pela diretoria de cultura da entidade. O desfile pelas ruas do Centro de São Paulo tem como objetivo manter a tradição do carnaval entre os estudantes paulistanos.

Percurso: Rui Barbosa, Rua Santo Antônio, Rua 13 de Maio, Viaduto Armandinho do Bixiga e Rui Barbosa.

com informações do G1

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